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INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE BARUERI Abrem Edital Credenciamento N° 001/2017 para Instituições Financeiras na Concessão de Empréstimos consignados em Folha de Pagamento aos Servidores.

Foto Panorâmica do Centro da Cidade de Barueri clicado por Junior Holanda.

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Vejam publicação do dia 19 de Abril de 2017 no Diário Oficial do Estado de São Paulo:

Diário Oficial do dia 19.04.2017 – INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE BARUERI AVISO DE ABERTURA DE CREDENCIAMENTO Edital de Credenciamento nº 001/2017 Objeto: Credenciamento de instituições financeiras autorizadas ou credenciadas perante os órgãos que compõem o Sistema Financeiro Nacional, para concessão de empréstimos consignados em folha de pagamento para servidores ativos, aposentados e pensionistas do IPRESB – Instituto de Previdência Social dos Servidores Municipais de Barueri. A COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO torna público às instituições financeiras e demais interessados que estará recebendo os documentos para habilitação referente ao objeto em epígrafe a partir do dia 24 de Abril de 2017, das 08h00min às 17h00min, na Sede do Ipresb. Informa, ainda, que cópia do Edital encontra-se à disposição no Site do IPRESB, http://www.ipresb.barueri.sp.gov.br e no Núcleo de Licitações e Contratos, mediante fornecimento de CD RW, na Sede do INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE BARUERI-IPRESB, na Rua Benedita Guerra Zendron, 261, Vila São João, Barueri, São Paulo. Informações no e-mail administracao@ipresb.com.br e no telefone (11) 4198-4232. Barueri (SP), 19 de Abril de 2017. Waine Amaro Billafon – Presidente

Nova legislação determina a instalação de divisórias entre os caixas, para garantir mais privacidade aos clientes, veja como ficará

Para Febraban, divisória criará cubículo

Lei que prevê instalação de barreiras laterais em agências fala em proteção da privacidade; para os bancos, trata-se de medida ”inócua”

Flávia Tavares – O Estado de S.Paulo

Os caixas das agências bancárias estão prestes a se transformar em verdadeiras cabines de atendimento, se depender da lei promulgada ontem pelo governador Geraldo Alckmin e de suas regulamentações. A nova legislação determina a instalação de divisórias entre os caixas, para garantir mais privacidade aos clientes e combater as chamadas “saidinhas de banco”.

O projeto foi apresentado em 2009 pelo então deputado estadual Vanderlei Siraque (PT-SP). “A lei tem dois objetivos: proteger a intimidade do cidadão e coibir a “saidinha””, diz, referindo-se ao golpe em que um ladrão fica fora do banco, aguardando que o cliente saia com uma quantia significativa de dinheiro, normalmente informada por alguém no lado de dentro.

A Lei 1236/09 ainda precisa de regulamentação. Até o momento, determina que a divisória tenha, no mínimo, 1,80 metro de altura e seja de um material opaco. Os bancos que não se adaptarem à lei em até 90 dias, a partir da regulamentação, estarão sujeitos a multas de R$ 8.725. Outros acessórios para isolar a transação em andamento ainda serão discutidos pelos bancos. “Tem de ser de tal forma que só o caixa saiba o que faço com meu dinheiro”, completa Siraque.

A discussão sobre as demais especificações técnicas deve ser quente, pois a Federação Brasileira de Bancos considera a lei inócua. “Não tem eficácia. Cria diversos cubículos, dificultando a visão dos seguranças e a circulação”, argumenta o diretor técnico da Febraban, Wilson Gutierrez.

Além disso, a posição dos bancos é de que o golpe da saidinha ocorre, de fato, na rua e, portanto, não é de sua responsabilidade. “Trabalhamos orientando funcionários e clientes sobre como evitar ser vítima do golpe”, diz Gutierrez. “Mas não podemos fazer a segurança fora da agência”, complementa o diretor, que ainda não tem estimativa de quanto sairá a instalação das divisórias para as agências bancárias.

O custo que a nova lei terá, aliás, é uma das ressalvas de José Jacobson Neto, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Vigilância e Segurança (Abrevis). “Os bancos certamente repassarão o custo ao consumidor. E o meliante está sempre um passo à frente, preparado para burlar o obstáculo. Até quando alimentaremos essa ciranda perversa?”

Enquanto a regulamentação não for concluída, é difícil avaliar a eficácia da lei. “Só o tempo dirá se o consumidor será beneficiado”, diz José Eduardo Tavolieri de Oliveira, presidente da Comissão de Direito e Relações de Consumo da OAB-SP. Até lá, o advogado e o delegado-assistente da Delegacia de Roubo a Bancos, Fábio Bolzani, recomendam que os clientes não façam saques de grandes quantias, preferindo transações eletrônicas. Os funcionários dos bancos devem ficar atentos a clientes “suspeitos”, que, por exemplo, saem da fila e voltam constantemente.

PARA LEMBRAR


Proibição de celular está em dois projetos
Mais dois projetos de lei na Assembleia devem mexer com os hábitos dos clientes de bancos, um de Fernando Capez (PSDB) e outro de Rogério Nogueira (PDT). Ambos querem proibir o uso de celulares nas agências, para que quem está dentro não passe informações para o bandido do lado de fora no golpe da “saidinha”. Mas a proposta de Nogueira é ainda mais radical: quer proibir até funcionários de usar telefones móveis.

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PanAmericano pagou juros de R$ 120 milhões a cliente

O Banco Central encontrou o primeiro indício concreto de desvio de dinheiro no PanAmericano. Um único cliente pessoa física recebia mais de R$ 120 milhões de rendimento por ano numa aplicação na instituição, a taxas muito superiores às de mercado, segundo informa a reportagem de Leonardo Souza e Mario César Carvalho publicada na edição deste domingo da Folha e disponível na íntegra para assinantes do jornal e do UOL.

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Após fraude no PanAmericano, Banco Central vasculha carteiras de bancos
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Técnicos do BC suspeitam que os juros do investimento eram inflados artificialmente para camuflar a saída dos recursos. Não se sabe ainda se o cliente está envolvido no suposto esquema.

O titular da aplicação é o empresário Adalberto Salgado, de Juiz de Fora (MG). Ele mantinha R$ 400 milhões num CDB (Certificado de Depósito Bancário) do PanAmericano, que o remunerava a mais de 30% ao ano.

O BC já havia identificado problemas na contabilidade, mas não tinha indícios de desvio de dinheiro.

Leia a reportagem completa na Folha, que já está nas bancas.

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ENTENDA O CASO

O Grupo Silvio Santos, o acionista principal do PanAmericano, anunciou que colocará R$ 2,5 bilhões no banco para cobrir um prejuízo causado por uma fraude contábil. Em seu comunicado oficial, a diretoria do banco menciona “inconsistências contábeis”. O dinheiro virá de empréstimo do FGC (Fundo Garantidor de Créditos).

O BC descobriu que o PanAmericano vendeu carteiras de crédito para outras instituições financeiras, mas continuou contabilizando esses recursos como parte do seu patrimônio. O problema foi detectado há poucos meses e houve uma negociação para evitar a quebra da instituição, já que o rombo era bilionário.

A quebra só foi evitada após o Grupo Silvio Santos assumir integralmente a responsabilidade pelo problema e oferecer os seus bens para conseguir um empréstimo nesse valor junto ao FGC. Como o fundo é uma entidade privada, não houve utilização de recursos públicos. Além disso, a Caixa Econômica Federal, que também faz parte do bloco de controle, não terá de arcar com a perda.

A Polícia Federal informou que instaurou, nesta sexta-feira, inquérito policial para apurar a eventual prática de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional. O Ministério Público Federal informou que também vai investigar as transações do banco.

INVESTIGAÇÕES

O Banco Central caiu em cima de pelo menos seis bancos pequenos para averiguar como eles contabilizam as carteiras vendidas a outras instituições, após descobrir fraude no PanAmericano.

O objetivo é detectar uma eventual disseminação de prática contábil fraudulenta nesses bancos na hora de registrar carteiras cedidas.

O “pente fino” se iniciou no último dia 29, antes do feriado de Finados, quando o BC se preparava para falar sobre o assunto.

A fiscalização do BC enviou comunicado a instituições que também adquiriram carteiras de crédito, pedindo explicações detalhadas sobre as operações. O pedido exigiu trabalho dobrado das áreas técnicas para enviar as informações com urgência.

Segundo a Folha apurou, os questionamentos ocorreram quase dois meses após o BC ter detectado as irregularidades no PanAmericano.

Editoria de Arte/Folhapress

Seguro-desemprego sai em até 5 dias para todo Brasil na próxima semana

Homolognet permite rescisão do contrato de trabalho de forma automática.
Com isso, concessão do seguro-desemprego sai mais rapidamente.

Alexandro Martello Do G1, em Brasília

O Ministério do Trabalho informou que o sistema conhecido como Homolognet, que permite a concessão do seguro-desemprego em até 5 dias, estará disponível para todos os estados do Brasil a partir do dia 18 de novembro, quinta-feira da próxima semana.

Atualmente, segundo informações do Ministério do Trabalho, a concessão do benefício aos trabalhadores demora, em média, 20 dias sem o Homolognet, podendo chegar a 40 dias nos casos em que há problemas de documentação. Desde junho, o sistema está disponível em algumas unidades da federação, como Distrito Federal, Paraíba, Tocantins, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

A ferramenta, de acordo com o governo, foi criada para ajudar empresas e empregados no cálculo das indenizações por ocasião da rescisão de contrato de trabalho, firmados há mais de um ano.

A coordenadora Geral de Relações do Trabalho, Paula Polcheira, afirmou que o HomologNet permite o cálculo dos valores da rescisão do contrato de trabalho de forma automática, possibilitando à empresa facilidade na hora da emissão do Termo de Rescisão e dando ao trabalhador “tranqüilidade” em saber que as indenizações devidas na demissão serão calculadas por um sistema “confiável” e garantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

“Hoje, cada empresa tem seu próprio sistema de cálculo. Com o HomologNet as partes vão ganhar mais segurança em relação aos cálculos da rescisão do contrato de trabalho uma vez que serão realizados por um sistema único e confiável”, disse a coordenadora.

O que é?
O seguro-desemprego pode ser requerido por todo trabalhador dispensado sem justa causa, por aqueles cujo contrato de trabalho foi suspenso em virtude de participação em curso ou programa de qualificação oferecido pelo empregador; por pescadores profissionais durante o período em que a pesca é proibida devido à procriação das espécies e por trabalhadores resgatados da condição análoga à de escravidão.

Para 2010, a expectativa do governo é de que de 6 a 6,2 milhões de trabalhadores recebam o seguro-desemprego. A estimativa é de desembolsar R$ 17,9 bilhões como benefício neste ano.

Fonte: Site G1.globo.com – Empregos

Banco Panamericano foi vítima de fraude de R$ 2,5 bilhões

Segundo pessoas que acompanham o processo, rombo é resultado de ativos e créditos fictícios registrados por diretores do Panamericano supostamente para inflar os resultados da instituição.

David Friedlander e Leandro Modé, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – O Grupo Silvio Santos anunciou na noite desta terça-feira, 9, um aporte de R$ 2,5 bilhões no Banco Panamericano, do qual é o principal acionista, com recursos emprestados pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). O objetivo foi cobrir um rombo de R$ 2,5 bilhões descoberto cerca de um mês atrás pelo Banco Central, segundo o Estado apurou.

Segundo pessoas que acompanham o processo, o rombo é resultado de ativos e créditos fictícios registrados por diretores do Panamericano supostamente para inflar os resultados da instituição.

A operação de empréstimo junto ao FGC foi fechada no último fim de semana, depois que os técnicos do BC conseguiram dimensionar o tamanho do rombo. A fraude passou despercebida pelos controles internos do Panamericano, seus auditores independentes e até pelo pente fino da Caixa Econômica Federal, que no ano passado comprou 49% do capital do Panamericano. Pagou, na ocasião, quase R$ 750 milhões pela participação.

O FGC foi criado em 1995 com objetivo de proteger os depósitos dos clientes do sistema financeiro no País. O crédito para o Panamericano equivale a cerca de 10% do patrimônio do FGC, que somava R$ 25,8 bilhões no fim de setembro.

No fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o próprio Panamericano fala em “inconsistências contábeis que não permitem que as demonstrações financeiras reflitam a real situação patrimonial da entidade”.

No texto, o banco também informou a troca de toda a diretoria executiva. O diretor superintendente passa a ser Celso Antunes da Costa, ex-diretor de Integração do Banco Nossa Caixa.

Os R$ 2,5 bilhões que estão sendo aportados superam o atual patrimônio líquido da instituição, de R$ 1,6 bilhão. O banco é o 21º do ranking nacional, com ativos de R$ 11,9 bilhões ao fim de junho.

Um analista explicou que, caso o aporte não fosse feito, o Panamericano ficaria fora das regras do BC e teria de sofrer uma intervenção. O BC, segundo apurou a reportagem, não cogitou fazer a intervenção. Buscou uma solução de mercado.

Inédito. A solução que foi encontrada – empréstimo de longo prazo junto ao FGC – é inédita no País. Um especialista explicou que o banco provavelmente não encontrou no mercado um interessado (nem mesmo a Caixa) justamente por causa do rombo recém-descoberto. Ele observou, no entanto, que o FGC tem como função principal proteger o dinheiro dos depositantes.

Só que o Panamericano, especializado na concessão de empréstimos ao consumo, não tem uma base ampla de depositantes.

Nesta terça, na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), as ações do Panamericano apuraram fortes perdas, em meio aos rumores que atingiam a instituição. Os papéis preferenciais (PN) caíram 6,75%. No acumulado do ano, as perdas chegam a 35%.

Texto atualizado às 21h40

Greve atinge bancos públicos e privados em todo o País

greve bancos

PORTO ALEGRE – A adesão à greve nacional dos bancários atinge entre 60% e 70% dos funcionários da Caixa Econômica Federal no Rio Grande do Sul, conforme avaliação da Federação dos Bancários no Estado.

Veja também:

linkCerca de 16 mil bancários param em SP

linkFenaban aguarda contraproposta

Na capital e região metropolitana, bancários de instituições públicas e privadas decidiram nesta última quarta-feira, 23, entrar em greve, enquanto os funcionários do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) optaram por paralisação de 24 horas, no dia 29, quando está agendada reunião com a direção do banco. No interior do Estado, o panorama da greve é variado, afetando alguns bancos privados em determinados casos e públicos em outros. A categoria tem 27 mil trabalhadores no Estado e está representada em 38 sindicatos.

O diretor de organização da Federação dos Bancários do RS, Arnoni Hanke, disse que a categoria rejeitou, no dia 17, a proposta dos bancos e, desde então, as negociações não prosseguiram. A pauta nacional dos bancários prevê reajuste de 10%, correspondente ao período de setembro de 2008 a agosto de 2009, participação nos lucros, contratação de funcionários, fim das metas de venda de produtos e aumento do expediente aberto ao público, entre 9 e 17 horas. No ano passado, houve paralisação de aproximadamente cinco dias entre os funcionários de bancos privados e de 15 dias nos públicos.

Rio de Janeiro

A greve dos bancários no Rio conta com a adesão de cerca de 40% dos trabalhadores da categoria, estimou o presidente do Sindicato dos Bancários do Município do Rio de Janeiro, Almir Aguiar. Segundo ele, em torno de 9,3 mil pessoas pararam suas atividades a partir de hoje, por tempo indeterminado.

O sindicalista lembra que a principal reivindicação da categoria é a de um aumento real de 10%. Outro pleito do sindicato é a manutenção da participação no lucro líquido dos bancos em 15%. “Até agora, não houve sinalização de nova negociação por parte dos banqueiros”, afirmou Aguiar

Minas Gerais

A adesão dos bancários da Caixa Econômica Federal (CEF) e do Banco do Brasil (BB) de Minas Gerais à greve nacional da categoria, deflagrada nesta quinta-feira, 24, chega a 90%, afirmou o presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Belo Horizonte e Região, Clotário Cardoso. Ele informou que as agências de alguns bancos privados chegaram a fechar, mas estão sendo reabertas. A adesão ao movimento nacional foi decidida em assembleia realizada ontem. Pela manhã, de acordo com Cardoso, os sindicalistas concentraram-se na porta da CEF, no centro da capital mineira, e decidiram pela continuidade da paralisação.

Entre as reivindicações dos bancários está o reajuste salarial real de 10%. A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) ofereceu correção de 4,5% nos salários em proposta apresentada no dia 17. O presidente do sindicato disse que está prevista uma assembleia nesta sexta-feira, 25, ao meio-dia, para avaliar o primeiro dia de paralisação.

Paraná

Em Curitiba e região metropolitana, onde cerca de mil bancários aprovaram em assembleia a adesão ao movimento de paralisação por tempo indeterminado a partir desta quinta-feira, 24, 13 sedes administrativas de bancos estão fechadas. Trabalham nestes locais cerca de 8 mil dos 17 mil bancários dessas regiões. Entretanto, segundo o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, ainda não é possível avaliar o número de trabalhadores que estão em greve.

Na parte central da capital todas as agências bancárias estão fechadas, conforme uma primeira avaliação do sindicato. O autoatendimento nos caixas eletrônicos funciona normalmente, com exceção para depósitos.

São Paulo

Cerca de 16.100 bancários aderiram à greve da categoria, segundo informações do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. Balanço parcial da greve mostra que 264 locais de trabalho, como prédios administrativos e agências bancárias, paralisaram as atividades nesta manhã, em São Paulo, Osasco e região.

Fonte: Jornal Estado de São Paulo

Lucro do Banco do Brasil cai 29% no 1º trimestre

bancodobrasilMChartISAPI

O lucro líquido do Banco do Brasil caiu 29,1% no primeiro trimestre deste ano contra igual período de 2008, para R$ 1,665 bilhão, informou a instituição nesta quinta-feira.

Em relação ao quarto trimestre do ano passado, a queda no lucro foi de 43,4%.

O banco encerrou o primeiro trimestre com ativos totais de R$ 592 bilhões, alta de 42,9% sobre o ano passado.

A carteira de crédito total – incluindo carteira externa e prestação de garantias – totalizou R$ 254,4 bilhões, alta de 41,3% sobre o primeiro trimestre de 2008 e de 7,3% contra os três últimos meses do ano passado.

Fonte: www.terra.com.br