Caso Prefeito de Barueri Rubens Furlan e sua Inelegibilidade. Tribunal Regional Eleitoral realizará a primeira sessão plenária nesta segunda dia 23/1

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Prefeito de Barueri Rubens Furlan em foto de Júnior Holanda.

Os juízes do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) se reunirão na próxima segunda-feira (23) para a primeira sessão judiciária do ano.

As pautas podem ser conhecidas no site do Tribunal, através do link: http://www.tre-sp.jus.br/servicos-judiciais/sessoes-de-julgamento/sessoes-de-julgamento

As sessões são públicas e ocorrem no 14º andar do edifício-sede, situado na rua Francisca Miquelina, 123, Bela Vista, Capital. O início delas está previsto para as 15 horas, e neste mês haverá sessões nos dias 23, 24, 26, 27, 30 e 31.

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SAIBA MAIS DO CASO RUBENS FURLAN PREFEITO DE BARUERI :

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Arena Barueri em Foto de Júnior Holanda. FT 21.05.2016 às 11:00hrs. Todos os direitos reservados ao autor.

Inelegível: nova decisão do TSE pode tirar Rubens Furlan da prefeitura de Barueri

Antes de entrar em recesso, os ministros da casa, incluindo Gilmar Mendes, por unanimidade, mantiveram decisão monocrática de novembro.

A vida do ex-deputado federal, Rubens Furlan (#PSDB-SP), não tem sido das mais tranquilas. Com histórico de processos na #Justiça Eleitoral, conforme consulta pública de acompanhamento processual, que pode ser realizada no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o político sofreu mais uma derrota.

No último dia 19 de novembro, os ministros Henrique Neves da Silva, Luiz Fux, Napoleão Nunes Maia Filho, Luciana Lóssio, Rosa Weber e o presidente do TSE, Gilmar Mendes, deram provimento parcial a um agravo regimental, interposto pelo Ministério Público Eleitoral e pela Coligação Coragem Para Mudar.

Em novembro, o relator do processo, o ministro Antonio Hernan de Vasconcellos e Benjamin, em decisão monocrática, havia decidido remeter os autos do processo que pedia a impugnação da candidatura do político para o TRE-SP, pois entendeu, em consonância com decisão já prevista em lei, que o Poder Legislativo não tem o poder de anular um decreto feito pelo mesmo, salvo no caso de prévia decisão judicial.

Entenda o caso

Em 2013, Rubens Furlan foi condenado a 8 anos de inelegibilidade, devido suas contas terem sido rejeitadas por 16 dos 18 vereadores aptos a votar no dia do julgamento. Em 2012, após reportagem especial da Band, Rubens Furlan teve seus bens bloqueados pela justiça.

Em maio de 2016, o atual prefeito da cidade, Gil Arantes (DEM-SP), anunciou que não se candidataria a reeleição por motivo de saúde. Os opositores de Rubens Furlan na Câmara passaram a apoiá-lo e decidiram anular o decreto que condenou o tucano em 2013. Assim o fizeram, muitos alegando que se equivocaram na primeira decisão.

A decisão da Câmara gerou uma denúncia de inconstitucionalidade, que aguarda julgamento e que, se condenar os acusados, fará com que muitos vereadores reeleitos em 2016 percam o seu cargo, incluindo o atual presidente da Câmara, Carlinhos do Açougue.

Segundo foi amplamente divulgado pelos principais meios de comunicação, como Estadão, IstoÉ, entre outros, Rubens Furlan desembolsou R$ 562 mil para bancar a campanha eleitoral de 331 candidatos a vereador em 2016, sendo que 18 dos 21 que foram eleitos tiveram ajuda do tucano.

A defesa

Logo que houve a decisão do ministro Hernan, em novembro, a defesa de Rubens Furlan alegou que a mesma não era definitiva, pois cabia recurso junto ao plenário do TSE e estavam confiantes de que os ministros da Corte iriam confirmar a legalidade da candidatura do político.

As decisões anteriores diziam que ainda não havia sentença transitada em julgado dos processos na esfera judicial e eleitoral as quais o político responde, logo não havia impedimento à candidatura. No caso da inelegibilidade, a decisão é de 2013, já transitada.

Os ministros devolveram o processo para o TRE-SP, onde o órgão analisará o caso de Furlan, como se houvesse uma decisão judicial que tenha permitido a anulação do decreto em junho de 2016. Para tentar evitar a perda do mandato, o político, que já possuía vários advogados, incluiu no rol de defesa outros profissionais que são parentes do governador Geraldo Alckmin, do escritório Rangel de Alckmin, e que costumam auxiliar juridicamente políticos conhecidos do PSDB, sendo que um dos advogados é ex-ministro do TSE.

A decisão não impede a posse em 1º de janeiro, uma vez que o Poder Judiciário, incluindo a Justiça Eleitoral, estão em recesso, retornando na segunda semana do mês. Entretanto, se o TRE-SP confirmar a decisão da instância superior, o político, eleito em outubro, volta à condição de inelegibilidade e haverá novas #Eleições no município.

Se a candidatura for considerada ilegítima, o vice não pode tomar posse, uma vez que a chapa toda é afastada. Não há previsão de quando o processo será discutido, mas deve ocorrer ainda nos primeiros meses do próximo ano.

Segundo advogados entrevistados pelo jornal local, Barueri na Rede, a tendência é que o TRE mantenha a decisão e torne Furlan inelegível.

 

Veja mais matérias divulgadas na Internet pelo site Transparência Barueri:
Site Transparência Barueri : http://www.tbarueri.com.br/z_tregua.html
Site Transparência Barueri: http://www.tbarueri.com.br/z_furlan.html
Site Transparência Barueri: http://www.tbarueri.com.br/z_goinvest.html
Site Transparência Barueri: http://www.tbarueri.com.br/z_execucao.html
Site Transparência Barueri: http://www.tbarueri.com.br/noticias.htm

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