Obra antienchente do Tamboré não fica pronta antes das chuvas

 

Alphaville Alameda Araguaia sentido Shopping Tamboré em Barueri - SP. Foto de Júnior Holanda.

Alphaville Alameda Araguaia sentido Shopping Tamboré em Barueri – SP. Foto de Júnior Holanda.

 

A obra deveria ficar pronta no 2º semestre de 2013, mas a presença de rochas no solo ampliou o prazo de conclusão do projeto, realizado pela concessionária CCR Viaoeste em convênio com a Prefeitura de Barueri.

Da redação

(cotidiano@webdiario.com.br)

 

Prevista para ser concluída no segundo semestre deste ano, a obra antienchete na avenida Piracema, no Tamboré, não ficará pronta antes do período das chuvas. Os trabalhos sofreram mudança de cronograma porque, durante a realização das obras, foi encontrada presença de rocha no solo.

As informações são da Prefeitura de Barueri, que mantem um convênio com a concessionária CCR Viaoeste, que administra a rodovia Castelo Branco e ficou responsável pela execução da obra. A parceria envolve drenagem, com 630 metros de “tunnel liner”, na avenida Piracema, na altura do Km 22 da rodovia Castelo Branco, um dos locais, junto com a Alameda Araguaia, que mais sofre com os alagamentos durante as chuvas.

As obras foram iniciadas em agosto deste ano. Ainda de acordo com a administração municipal, até 30 de outubro foram executados aproximadamente 203 metros, faltando 427 metros para execução.

De acordo com o convênio, coube à prefeitura o fornecimento de 450 metros do material conhecido como “tunnel liner”, com diâmetros de 2,60 metros. Já a CCR Viaoeste, além de ser responsável pelo trabalho, arca com o fornecimento de 180 metros de “tunnel liner” – sistema que utiliza o chamado Método Não Destrutivo (MND), que permite a execução de travessias subterrâneas utilizando-se de chapas de aço corrugado para a implantação de poços intermediários.

“Havia a expectativa de que a obra ficasse pronta antes o período das chuvas, mas a CCR indica dificuldades de engenharia que devem aumentar o prazo de finalização do projeto”, informou a prefeitura, por meio de nota. As dificuldades de operação envolvem principalmente a concentração de rochas no solo.

 

Veja Link Matéria do Jornal Diário da Região: http://www.webdiario.com.br/?din=view_noticias&id=82001

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