Seis candidatos devem disputar a prefeitura de Santana de Parnaíba

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A novidade na corrida pelo cargo é o PSB, que mantinha a vice-prefeitura com Pedro Mori

 

Maximiliano Soriani
(maximiliano@webdiario.com.br)

Com eleições suplementares marcadas para 1º de dezembro em Santana de Parnaíba, o quadro de candidatos a prefeito ainda não está definido. Embora a escolha dos postulantes e das coligações tenha que ser definida entre 22 a 29 de outubro, conforme as regras do TRE, é provável que a disputa pela prefeitura seja realizada entre seis candidatos.

Além do prefeito interino Elvis Cezar (PSDB) e do ex-prefeito Silvinho Peccioli (DEM), está confirmada a pré-candidatura de Nunes Ambiental (PHS), conforme noticiou o Diário da Região dias atrás.  Outros dois nomes que devem entrar na briga pela cadeira de prefeito são do presidente municipal do PT João Carlos Pinto e Ronaldo Pistola, que entraria pelo PSOL.

A grande surpresa está na chegada do PSB, um dos tradicionais aliados de Peccioli no município, que deixaria a coligação do democrata para lançar nome próprio. A possibilidade de os socialistas entrarem no páreo é desejo da executiva estadual do partido e faz parte de um plano de fortalecimento da sigla depois do ingresso da ex-ministra Marina Silva, aliada de Eduardo Campos, provável candidato à presidência da república.

De acordo com coordenador regional da legenda Pedro Mori, ainda não há nomes definidos do PSB caso a sigla entre no páreo. Ele, que já foi vice-prefeito na gestão de Peccioli admite que seu nome foi cogitado, mas admite que prefere se dedicar à direção partidária. “Estou com muito trabalho e meu tempo está tomado, é possível que saia. Mas o Magno Mori, é meu irmão e militante há anos, pode ser ele ou outro”, diz abrindo outras possibilidades.

Todavia, o ingresso do PSB na disputa eleitoral de Parnaíba não é compactuado com todos os seus integrantes. “Tivemos uma conversa no diretório municipal com membros do partido, e acharam melhor acompanhar o Silvinho. Mas temos a questão do ingresso da Marina Silva. O partido quer lançar candidato próprio para ser mais competitivo”, revela.
Pedro Mori se atenta ao detalhe de que o partido teve baixas significativas na cidade. Recentemente, dois vereadores migraram de sigla. Ângelo da Silva ingressou no PROS e Ronaldo Santos optou pelo Solidariedade.

O próprio Mori não se mostra otimista com a chance de ser candidato, mas admite estar à disposição do partido. “O PSB perdeu dois vereadores e mesmo apoiando o Silvinho, ficaria sem o vice. Vamos ver o que a executiva estadual vai decidir, não posso contrariar. O que a direção estadual orientar, vou fazer, embora o diretório municipal queira fazer coligação com o Silvinho”, esclarece e ressalta que a resposta da municipal não foi unânime.

A decisão para uma eventual candidatura do PSB parnaibano será tomada nos próximos dias.

A grande surpresa está na chegada do PSB, um dos tradicionais aliados de Peccioli no município, que deixaria a coligação do democrata para lançar nome próprio. De acordo com coordenador regional da legenda Pedro Mori, ainda não há nomes definidos. Ele é um dos cotados, ao lado do irmão Magno. Pedro Mori já foi vice-prefeito na gestão de Peccioli.
“Estou com muito trabalho e meu tempo está tomado, é possível que saia. Mas o Magno Mori, é meu irmão e militante há anos, pode ser ele o candidato”, diz Pedro,  abrindo outras possibilidades.

Fonte da Informação: Jornal Diário da Região http://www.webdiario.com.br/?din=view_noticias&id=80774

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