Arquivos Mensais: abril \30\UTC 2012

Vamos Ajudar o Seu José de Barueri que é Catador de Lixo e quer ser Cantor

Planalto oficializa indicação de Brizola Neto para pasta do Trabalho

Foto  Crédito: Elza Fiúza/ABr

MÁRCIO FALCÃO DE BRASÍLIA

O Palácio do Planalto confirmou oficialmente nesta segunda-feira (30) a indicação do deputado Brizola Neto (PDT-RJ) para comandar o Ministério do Trabalho. Ele deve tomar posse na quinta-feira (3), dando fim a um impasse que já durava cinco meses.

Dilma convida Brizola Neto para assumir Ministério do Trabalho Deputado Brizola Neto deve assumir Ministério do Trabalho

Leonardo Carvalho – 28.jan.10/Folhapress
Brizola Neto (esq.), cotado para assumir a pasta, ao lado de Carlos Lupi, o ex-ministro
Brizola Neto (à esq.), convidado para assumir o Ministério do Trabalho, ao lado do ex-ministro Carlos Lupi

A pasta era comandada interinamente por Paulo Roberto Santos Pinto desde dezembro do ano passado, quando o ex-ministro Carlos Lupi deixou o cargo em meio a denúncias de irregularidades.

O convite a Brizola Neto foi feito pessoalmente hoje pela presidente Dilma Rousseff. O deputado e a presidente se reuniram por mais de meia hora.

Ele foi recebido no Planalto logo após reunião da presidente com o próprio Lupi, que é presidente do PDT, e o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência).

Apesar de contar com apoio das centrais sindicais, a indicação de Brizola Neto para o cargo ainda enfrentava resistências internas. Questionado sobre a escolha do colega, o líder do PDT na Câmara, Andre Figueiredo (CE), evitou comentar. “É uma escolha pessoal da presidente.”

Além de Brizola Neto, o PDT apresentou os nomes do deputado Vieira da Cunha (PDT-RS) e do secretário-geral do partido, Manoel Dias. O partido controla o ministério desde o governo Luiz Inácio Lula da Silva.

NOTA

Em nota, a presidente disse que Brizola Neto “prestará grande contribuição ao país” e destacou sua trajetória política como ex-secretário de Trabalho e Renda do Rio de Janeiro, ex-vereador e deputado federal.

Dilma ainda agradeceu o ministro interino. “A presidenta agradeceu a importante colaboração do ex-ministro Carlos Lupi, que esteve à frente do Ministério no primeiro ano de seu governo, e do ministro interino Paulo Roberto dos Santos Pinto na consolidação das conquistas obtidas pelos trabalhadores brasileiros nos últimos anos”, diz a nota.

Apesar da resistência de parte da bancada do PDT, o deputado, de 33 anos, conquistou nos últimos meses o aval da Força Sindical e da CUT (Central Única dos Trabalhadores).

Brizola Neto assumirá o posto de ministro mais novo da Esplanada. Neto de Leonel Brizola, fundador do PDT e ex-governador do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, o deputado exerce o segundo mandato na Câmara dos Deputados.

Chegou a liderar o PDT em 2009 e teve uma atuação sempre fiel ao governo. Em 2011, se licenciou da Câmara para exercer o cargo de secretário de Trabalho e Renda do Rio de Janeiro.

Em seu site, ele destaca a ligação com o avô. “O nome que carrego é uma bandeira. É um símbolo para milhões de pessoas que sonham com um Brasil diferente, com um Brasil com justiça, com trabalho,com progresso para nosso povo.”

1º DE MAIO

A escolha ocorre um dia antes das comemorações do Dia do Trabalho, nesta terça-feira (1º), e após Dilma se encontrar com Lula na semana passada em Brasília.

A presidente não deve participar das comemorações do Primeiro de Maio em São Paulo, onde as centrais sindicais realizam grandes eventos. Enviará Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) em seu lugar e fará pronunciamento em rede nacional de rádio e TV.

Concursos com inscrições abertas somam 31,6 mil vagas

 

 

Do G1 em São Paulo

Pelo menos 102 concursos públicos em todo o país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (30) e reúnem 31.606 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 21.766,15 no Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (Roraima e Amazonas).

Só na Prefeitura de Nova Iguaçu (RJ) são 2.616 vagas. Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva, ou seja, os aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.

Os órgãos que abrem as inscrições nesta segunda-feira para 1.649 vagas são os seguintes: Câmara Municipal de Juiz de Fora (MG), Câmara Municipal de Mossoró (RN), Ministério Público do Estado do Piauí, Prefeitura de Caririaçu (CE), Prefeitura de Irani (SC), Prefeitura de Mauá (SP), Prefeitura de Turvolândia (MG), Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) e Tribunal de Justiça do Paraná.

Instituição/Órgão Prazo Vagas Salário máximo Escolaridade Local de trabalho Edital
Banco do Estado do Espírito Santo 06/05/12 cadastro de reserva R$ 2.503,56 nível médio e superior Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais e São Paulo veja edital
Câmara Municipal de Iturama (MG) 01/05/12 13 R$ 3.163,50 todos os níveis Iturama (MG) veja edital
Câmara Municipal de Juiz de Fora (MG) 29/05/12 11 R$ 1.004,76 nível médio Juiz de Fora (MG) veja edital
Câmara Municipal de Lavras (MG) 02/05/12 13 R$ 1.935 todos os níveis Lavras (MG) veja edital
Câmara Municipal de Mossoró (RN) 14/05/12 39 R$ 2.403,28 nível médio e superior Mossoró (RN) veja edital
Câmara Municipal de Rio Bonito (RJ) 10/05/12 49 R$ 4.000 nível médio e superior Rio Bonito (RJ) veja edital
Câmara Municipal de Santos Dumont (MG) 30/04/12 15 R$ 1.505,91 todos os níveis Santos Dumont (MG) veja edital
Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada 11/05/12 188 R$ 6.540 nível médio/ técnico e superior Porto Alegre veja edital
Companhia Melhoramentos da Capital 16/05/12 206 R$ 4.531,32 todos os níveis Florianópolis veja edital
Companhia Municipal de Limpeza Urbana de Niterói 01/05/12 100 R$ 3.211,33 todos os níveis Niterói (RJ) veja edital
Companhia Municipal de Urbanismo de Novo Hamburgo 08/05/12 419 R$ 2.090 nível fundamental e médio Novo Hamburgo (RS) veja edital
Companhia Riograndense de Saneamento 08/05/12 248 R$ 5.287 todos os níveis Rio Grande do Sul veja edital
Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo – 9ª Região 10/05/12 2 e cadastro R$ 2.468,28 nível médio e superior Araçatuba, Bauru, Campinas, Grande ABC, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba veja edital
Consórcio Intermunicipal de Saúde da Costa Oeste do Paraná 07/05/12 75 R$ 5.990,16 nível médio/ técnico e superior Paraná veja edital
Controladoria-Geral da União 06/05/12 250 R$ 12.960,77 nível superior Brasília, Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima veja edital
Defensoria Pública do Estado do Acre 15/05/12 12 R$ 9.600 nível superior em direito Acre veja edital
Empresa Municipal de Obras Públicas e Serviços do Município de Divinópolis (MG) 16/05/12 103 R$ 2.494,27 todos os níveis Divinópolis (MG) veja edital
Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 11/05/12 150 R$ 2.174 nível médio e superior São José do Rio Preto (SP) veja edital
Força Aérea Brasileira 10/05/12 140 R$ 6.000 nível superior Belém, Recife, Belo Horizonte, Lagoa Santa, São Paulo, Guarulhos, Porto Alegre, Canoas, Santa Maria, Brasília, Gama, Manaus, Rio de Janeiro, Pirassununga, Anápolis, São Luiz, Alcântara, Natal, Parnamirim, Salvador, Barbacena, Campo Grande, Guaratinguetá, São José dos Campos, Curitiba, São José dos Pinhais, Florianópolis, Boa Vista e Porto Velho veja edital
Fundação dos Esportes do Piauí 06/05/12 381 R$ 1.800 nível superior Piauí veja edital
Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural 10/05/12 147 R$ 1.138,27 nível fundamental e médio Espírito Santo veja edital
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí 23/05/12 85 R$ 2.989,33 todos os níveis Piauí veja edital
Marinha (1) 24/05/12 32 R$ 2.500 nível médio Rio de Janeiro veja edital
Marinha (2) 15/05/12 210 R$ 700 nível fundamental Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Macaé e Parati veja edital
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão 11/05/12 149 R$ 9.980,25 nível superior Brasília veja edital
Ministério Público do Estado do Piauí 29/05/12 15 R$ 18.041,24 nível superior em direito Piauí veja edital
Prefeitura de Águas Lindas de Goiás (GO) 13/05/12 1.060 R$ 7.200 todos os níveis Águas Lindas de Goiás (GO) veja edital
Prefeitura de Almenara (MG) 07/05/12 516 R$2.400 todos os níveis Almenara (MG) veja edital
Prefeitura de Aquidauana (MS) 04/05/12 263 R$ 4.494 todos os níveis Aquidauana (MS) veja edital
Prefeitura de Aragominas (TO) 02/05/12 86 R$ 5.600 todos os níveis Aragominas (TO) veja edital
Prefeitura de Batalha (PI) 13/05/12 51 R$ 1.451 todos os níveis Batalha (PI) veja edital
Prefeitura de Bauru (SP) 04/05/12 45 R$ 6.720 todos os níveis Bauru (SP) veja edital
Prefeitura de Boca da Mata (AL) 16/05/12 183 R$ 2.500 todos os níveis Boca da Mata (AL) veja edital
Prefeitura de Bragança Paulista (SP) 16/05/12 301 R$ 2.632 todos os níveis Bragança Paulista (SP) veja edital
Prefeitura de Caieiras (SP) 07/05/12 417 R$ 2.305,19 todos os níveis Caieiras (SP) veja edital
Prefeitura de Campos de Júlio (MT) 07/05/12 139 R$ 10.235 todos os níveis Campos de Júlio (MT) veja edital
Prefeitura de Candeias do Jamari (RO) 04/05/12 390 R$ 5.990 todos os níveis Candeias do Jamari (RO) veja edital
Prefeitura de Capitão Andrade (MG) 18/05/12 110 R$ 2.600 todos os níveis Capitão Andrade (MG) veja edital
Prefeitura de Cariacica (ES) 02/05/12 660 R$ 2.001,04 todos os níveis Cariacica (ES) veja edital
Prefeitura de Caririaçu (CE) 25/05/12 681 R$ 6.000 todos os níveis Caririaçu (PE) veja edital
Prefeitura de Caruaru (PE) 05/05/12 988 R$ 6.183 todos os níveis Caruaru (PE) veja edital
Prefeitura de Ibertioga (MG) 02/05/12 76 R$ 2.209,71 todos os níveis Ibertioga (MG) veja edital
Prefeitura de Ibiara (PB) 30/04/12 78 R$ 4.000 todos os níveis Ibiara (PB) veja edital
Prefeitura de Iguaba Grande (RJ) 30/04/12 139 R$ 2.974,16 todos os níveis Iguaba Grande (RJ) veja edital
Prefeitura de Inconfidentes (MG) 02/05/12 57 R$ 5.617,92 todos os níveis Inconfidentes (MG) veja edital
Prefeitura de Itapeva (SP) 08/05/12 2.098 R$ 8.791,21 todos os níveis Itapeva (SP) veja edital
Prefeitura de Irani (SC) 24/05/12 26 R$ 3.059,86 todos os níveis Irani (SC) veja edital
Prefeitura e Câmara de Jacareacanga (PA) 30/04/12 415 R$ 2.417,10 todos os níveis Jacareacanga (PA) veja edital
Prefeitura de Janaúba (MG) 04/05/12 223 R$ 8.057,60 todos os níveis Janaúba (MG) veja edital
Prefeitura de Japaraíba (MG) 17/05/12 58 R$ 8.000 todos os níveis Japaraíba (MG) veja edital
Prefeitura de Jaraguá do Sul (SC) 07/05/12 49 R$ 6.995,30 todos os níveis Jaraguá do Sul (SC) veja edital
Prefeitura de Jaú (SP) 06/05/12 92 R$ 3.287,08 todos os níveis Jaú (SP) veja edital
Prefeitura de Lagoa Santa (MG) 31/05/12 965 R$ 3.168,90 todos os níveis Lagoa Santa (MG) veja edital
Prefeitura de Lauro Muller (SC) 16/05/12 44 R$ 6.938,02 todos os níveis Lauro Muller (SC) veja edital
Prefeitura de Limeira (SP) 10/05/12 301 R$ 7.343,21 todos os níveis Limeira (SP) veja edital
Prefeitura de Limoeiro do Norte (CE) 04/05/12 83 R$ 622 nível fundamental Limoeiro do Norte (CE) veja edital
Prefeitura de Londrina (PR) 04/05/12 142 R$ 6.481,40 nível fundamental e superior Londrina (PR) veja edital
Prefeitura de Manaíra (PB) 11/05/12 113 R$ 5.000 todos os níveis Manaíra (PB) veja edital
Prefeitura de Mauá (SP) 17/05/12 370 R$ 3.811,88 todos os níveis Mauá (SP) veja edital
Prefeitura de Mesquita (RJ) 06/05/12 187 R$ 2.809 nível médio e superior Mesquita (RJ) veja edital
Prefeitura de Moreilândia (PE) 16/05/12 88 R$ 10.000 todos os níveis Moreilândia (PE) veja edital
Prefeitura de Nova Alvorada do Sul (MS) 08/05/12 211 R$ 9.800 todos os níveis Nova Alvorada do Sul (MS) veja edital
Prefeitura de Nova Iguaçu (RJ) 06/05/12 2.616 R$ 4.050 todos os níveis Nova Iguaçu (RJ) veja edital
Prefeitura de Nova Mamoré (RO) 06/05/12 690 R$ 4792,57 todos os níveis Nova Mamoré (RO) veja edital
Prefeitura de Ourinhos (SP) 30/04/12 84 R$ 1.105 nível alfabetizado e fundamental Ourinhos (SP) veja edital
Prefeitura de Ouro Fino (MG) 11/05/12 138 R$ 4.776,33 todos os níveis Ouro Fino (MG) veja edital
Prefeitura de Ouro Verde de Minas (MG) 11/05/12 187 R$ 2.000 todos os níveis Ouro Verde de Minas (MG) veja edital
Prefeitura de Palhoça (SC) 17/05/12 282 R$ 5.023,15 todos os níveis Palhoça (SC) veja edital
Prefeitura de Patrocínio (MG) 11/05/12 605 R$ 3.409,39 todos os níveis Patrocínio (MG) veja edital
Prefeitura de Pitanga (PR) 07/05/12 78 R$ 3.609,33 todos os níveis Pitanga (PR) veja edital
Prefeitura de Ponta Grossa (PR) 03/05/12 150 R$ 1.491,14 nível médio e superior Ponta Grossa (PR) veja edital
Prefeitura de Portel (PA) 04/05/12 430 R$ 4.205,54 todos os níveis Portel (PA) veja edital
Prefeitura de Porto Nacional (TO) 17/05/12 704 R$ 9.000 todos os níveis Porto Nacional (TO) veja edital
Prefeitura de Presidente Prudente (SP) 21/05/12 106 R$ 3.112,71 todos os níveis Presidente Prudente (SP) veja edital
Prefeitura de Quixeramobim (CE) 20/05/12 207 R$ 2.643,50 todos os níveis Quixeramobim (CE) veja edital
Prefeitura de Santarém (PA) 14/05/12 431 R$ 622 nível fundamental Santarém (PA) veja edital
Prefeitura de Santa Cruz Cabrália (BA) 10/05/12 206 R$ 2.890 todos os níveis Santa Cruz Cabrália (BA) veja edital
Prefeitura de Santa Rita (PB) 09/05/12 200 R$ 2.500 todos os níveis Santa Rita (PR) veja edital
Prefeitura de Senador Canedo (GO) 27/05/12 630 R$ 654,20 nível fundamental Senador Canedo (GO) veja edital
Prefeitura de Serra Talhada (PE) 23/05/12 704 R$ 2.800 todos os níveis Serra Talhada (PE) veja edital
Prefeitura de Sete Lagoas (MG) 16/05/12 535 R$ 1.594,04 todos os níveis Sete Lagoas (MG) veja edital
Prefeitura de Taboão da Serra (SP) 02/05/12 221 R$ 4.000 nível médio e superior Taboão da Serra (SP) veja edital
Prefeitura de Teixeira (PB) 07/05/12 68 R$ 2.000 todos os níveis Teixeira (PB) veja edital
Prefeitura de Toledo (MG) 09/05/12 75 R$ 2.000 todos os níveis Toledo (MG) veja edital
Prefeitura de Turvolândia (MG) 23/05/12 59 R$ 1.316,39 todos os níveis Turvolândia (MG) veja edital
Prefeitura de Utinga (BA) 11/05/12 420 R$ 8.990 todos os níveis Utinga (BA) veja edital
Prefeitura de Valinhos (SP) 15/05/12 307 R$ 3.934,34 todos os níveis Valinhos (SP) veja edital
Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo 11/05/12 308 R$ 3.041,64 nível superior em medicina São Paulo veja edital
Secretaria de Estado da Educação do Amapá 30/04/12 1.492 R$ 2.643,09 nível médio/técnico e superior Amapá veja edital
Secretaria de Estado da Educação e do Esporte de Alagoas 30/04/12 190 R$ 1.550 todos os níveis Alagoas veja edital
Secretaria de Estado da Saúde do Amapá 30/04/12 1.593 R$ 6.112,98 nível médio e superior Amapá veja edital
Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Belém 14/05/12 142 R$ 1.244 todos os níveis Belém veja edital
Secretaria Municipal de Saúde de Belém 05/05/12 1.901 R$ 1.244 todos os níveis Belém veja edital
Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro 02/05/12 12 R$ 4.400 nível médio/ técnico e superior Rio de Janeiro veja edital
Transpetro (1) 15/05/12 322 R$ 7.964,11 não informado Rio de Janeiro veja edital
Transpetro (2) 06/05/12 145 R$ 7.416,12 nível médio e superior Cabiúnas, Guararema, Vitória, Rio de Janeiro, São Francisco do Sul, São Caetano do Sul, Coari, Ipiau, Eunápolis, Barra do Furado, Ipojuca, São Sebastião, Salvador, Madre de Deus, Angra dos Reis, Bananal, Campos de Goytacazes, Osório, Juaruna, Ribeirão Preto, Itabuna, Vitória, Ilhéus, Belém, Pecém, São Luiz, São Sebastião, Guaramirim, Rio Grande e Paranaguá veja edital
Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro 08/05/12 100 R$ 9.031,89 nível médio e superior Rio de Janeiro veja edital
Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul 23/05/12 24 R$ 18.610,06 nível superior em direito Mato Grosso do Sul veja edital
Tribunal de Justiça do Paraná 29/05/12 47 não informado nível superior em direito Paraná veja edital
Tribunal de Justiça de São Paulo 11/05/12 309 remuneração de acordo com os serviços prestados nível superior em direito São Paulo veja edital
Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (Roraima e Amazonas) 18/05/12 14 R$ 21.766,15 nível superio em direito Roraima e Amazonas veja edital
Universidade Federal do Rio Grande do Norte 14/05/12 119 R$ 2.989,33 todos os níveis Natal, Macaíba, Santa Cruz e Caicó veja edital

Prefeitura de Barueri entregará duas policlínicas em junho e a 17ª UBS até o final do ano de 2012, veja

Fachada da Policlínica do Engenho Novo, no prédio da UBS Maria de L. H. Matos.

A Prefeitura de Barueri investe em obras prioritárias para suprir a crescente demanda na área da saúde. Em junho prevê a entrega de duas policlínicas, sendo uma no Jardim Silveira, na avenida Brigadeiro Manoel Rodrigues Jordão, 483, e outra no Engenho Novo – na avenida Capitão Francisco César, 1338, com inauguração prevista para o mês de julho. E até setembro deve entregar a nova Unidade Básica de Saúde (UBS), entre as ruas Orinoco e Mississipi, no Vale do Sol.

Nos três locais, os novos equipamentos têm como objetivo principal do prefeito de Barueri melhorar o atendimento à população. “São obras que complementam o nosso sistema de saúde pública e descentraliza o serviço, fazendo com que as pessoas tenham atendimento mais perto de suas residências”, ressaltou Rubens Furlan.

O propósito das policlínicas é oferecer à população serviços de pronto atendimento de baixa complexidade com especialidades. A UBS do Vale do Sol fará com que os moradores não precisem mais usar os serviços prestados pela UBS Dr. Adauto Ribeiro, no Parque dos Camargos, e UBS Hélio Berzaghi, no Jardim Paulista.

Policlínicas

No Jardim Silveira, a policlínica está em obras de colocação de pisos e instalações elétricas e hidráulicas no antigo prédio do Caps AD II/Crad (Centro de Referência em Alcoolismo e Drogadição). O prédio, com piso térreo e superior, ganhará mais 106,00 m² e passará a somar 961,00 m². O projeto prevê a reforma e pintura geral, adaptações de ambientes e ampliação da sala de atendimento de urgência, entre outros. O serviço terá também especialidades de atendimento em cardiologia, vascular, oftalmologia, neurologia, pneumologia, fonoaudiologia, ginecologia e obstetricia.

No Engenho Novo, a policlínica está sendo implantada na parte inferior do prédio de 1.493,00 m² de área construída, da UBS Maria de Lourdes Hernandez Matos, que continua funcionando no piso superior com os serviços de atenção básica. As obras envolvem pintura geral e adaptações, incluindo a implantação de elevador, salas para urgência, observação, ultrasom, oftalmologia, pneumologia, ginecologia, obstetrícia e pediatria. No primeiro pavimento, as obras concluídas.

UBS Vale do Sol

Em fase de execução dos muros de arrimo, a UBS Vale do Sol terá cinco pavimentos distribuídos em 2.271 m² de área construída. A obra vai contemplar os usuários com a construção de 12 consultórios para atendimento de pediatria, ginecologia, odontologia, oftalmologia e clínica geral, salas de medicação e curativo, consultas, vacina, inalação, coleta, farmácia, dentre outras instalações.

Investimento e reconhecimento

Os novos equipamentos reforçam o investimento do governo municipal que, desde 2005, entregou as seguintes obras: Hospital Municipal “Dr. Francisco Moran”, na Vila Porto, Pronto-Socorro “Arnaldo de Figueiredo Freitas, no Jardim Silveira, Pronto-Socorro Infantil, no Centro, UBS Pedro Izzo, no Jardim Esperança, Ambulatório de Especialidades e Farmácia Municipal, no Jardim São Pedro.

As novas obras fizeram Barueri progredir no quesito atendimento médico. Nos últimos cinco anos a cidade mais que dobrou o total de profissionais, passando de 2 para 4,1 médicos disponíveis para cada mil habitantes. O número é maior do que a média do Brasil, que é de 1,8 médicos, e do que nos Estados Unidos: 2,4 médicos. Estes dados são de março de 2010 e foram levantados pelo Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo).

De acordo com a edição 2011 do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), ano base 2009, Barueri é o município mais desenvolvido do Brasil em três áreas pesquisadas: Saúde, com o IFDM em 0,9518; Educação, 0,9206; e Emprego (0,9184).

Em Saúde, outro indicador destaca a cidade de Barueri – o Índice de Desempenho do SUS (IDSUS 2012), que aponta nota de 8,2 ao município. No índice do Ministério da Saúde, Barueri é o melhor município do grupo 2, e é uma das únicas seis cidades brasileiras que ficaram com nota acima de 8. As outras cidades são Rosana (SP), Arco-Íris (SP), Pinhal (RS), Paulo Bento (RS) e Cássia dos Coqueiros (SP).

No Brasil, levando e consideração os seis grupos, Barueri (com 242 mil habitantes, segundo Censo do IBGE 2010) tem a segunda melhor nota – Arco Iris, cidade do interior paulista com 1.925 habitantes (IBGE 2010), teve nota 8,38.

Fonte Site da Prefeitura de Barueri: http://www.barueri.sp.gov.br/?pg=informativoLista&ID=15533

Divulgação Voluntária de Júnior Holanda Barueri/SP.

Censo 2010: escolaridade e rendimento aumentam e cai mortalidade infantil

 

O IBGE divulga os Resultados Gerais da Amostra do Censo 2010, que apresentam uma série de mudanças ocorridas no país de 2000 para 2010, com detalhamento, inclusive, por município, além de trazerem informações pesquisadas pela primeira vez. A pesquisa inclui informações sobre características de migração, nupcialidade, fecundidade, educação, trabalho e rendimento, pessoas com deficiência, domicílios e deslocamento para trabalho e estudo, e tempo de deslocamento para trabalho.

No período de dez anos, o número de óbitos de crianças menores de um ano caiu de 29,7 para 15,6 para cada mil nascidas vivas, um decréscimo de 47,6% na taxa brasileira de mortalidade infantil. Entre as regiões, a maior queda foi no Nordeste, de 44,7 para 18,5 óbitos, apesar de ainda ser a região com o maior indicador.

Por outro lado, a taxa de fecundidade no Brasil também caiu, de 2,38 filhos por mulher em 2000 para 1,90 em 2010, número abaixo do chamado nível de reposição (2,1 filhos por mulher) que garante a substituição das gerações.

Em 2010, havia 45,6 milhões de pessoas com pelo menos uma das deficiências investigadas (visual, auditiva, motora e mental), representando 23,9% da população.

O nível de instrução da população aumentou: na população de 10 anos ou mais de idade por nível de instrução, de 2000 para 2010, o percentual de pessoas sem instrução ou com o fundamental incompleto caiu de 65,1% para 50,2%; já o de pessoas com pelo menos o curso superior completo aumentou de 4,4% para 7,9%.

De 2000 para 2010, o percentual de jovens que não frequentavam escola na faixa de 7 a 14 anos de idade caiu de 5,5% para 3,1%. As maiores quedas ocorreram nas Regiões Norte (de 11,2% para 5,6%, que ainda é o maior percentual entre as regiões) e Nordeste (de 7,1% para 3,2%).

Em 2010, o rendimento médio mensal de todos os trabalhos das pessoas ocupadas com rendimento de trabalho foi de R$ 1.345, contra R$ 1.275 em 2000, um ganho real de 5,5%. Enquanto o rendimento médio real dos homens passou de R$ 1.450 para R$ 1.510, de 2000 para 2010, o das mulheres foi de R$ 982 para R$ 1.115. O ganho real foi de 13,5% para as mulheres e 4,1% para os homens. A mulher passou a ganhar 73,8% do rendimento médio de trabalho do homem; em 2000, esse percentual era 67,7%.

As pessoas que ganhavam mais de 20 salários mínimos de rendimento mensal de todos os trabalhos representaram 0,9% da população ocupada do país, em 2010, enquanto a parcela das sem rendimento foi de 6,6% e a das com remuneração até um salário mínimo, 32,7%.

No Brasil, 32,2 milhões de pessoas (52,2% do total de trabalhadores que trabalhavam fora do domicílio) levavam de seis a 30 minutos para chegar ao trabalho em 2010 e 7,0 milhões (11,4%) levavam mais de uma hora. Já no Rio de Janeiro, 2,0 milhões (38,6%) levavam entre seis minutos e meia hora, 1,6 milhão (30,7%) levava entre meia e uma hora e 1,2 milhão (23,1%) levava mais de uma hora.

No Sudeste, o deslocamento para estudar em outro município foi de 2,0 milhões (8,5%) de estudantes, a maioria em São Paulo: 1,1 milhão de pessoas (57,0% do total do Sudeste). Santa Catarina tinha o percentual mais elevado do país: de seus 1,8 milhão de estudantes, 184 mil (10,1%) se deslocavam para outro município.

Em 2010, o país recebeu 268,5 mil imigrantes internacionais, 86,7% a mais do que em 2000 (143,6 mil). Os principais países de origem dos imigrantes foram os Estados Unidos (51,9 mil) e Japão (41,4 mil). Do total de imigrantes internacionais, 174,6 mil (65,0%) eram brasileiros e estavam retornando; já em 2000, foram 87,9 mil imigrantes internacionais de retorno, 61,2% do total dos imigrantes.

A migração de retorno dentro do país, referente às pessoas que nasceram no estado em que residiam na data de referência do Censo e que moravam em outra unidade da Federação cinco anos antes, passou de 22,0% do total de migrantes (1,1 milhão de pessoas) para 24,5% dos migrantes (1,2 milhão de pessoas).

A proporção de uniões consensuais passou de 28,6% em 2000 para 36,4% em 2010 e diminuíram os casamentos do tipo civil e religioso, de 49,2% para 42,9%. No Amapá, as uniões consensuais chegaram a 63,5%.

A publicação completa dos Resultados Gerais da Amostra do Censo 2010 pode ser acessada em http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/censo2010/resultados_gerais_amostra/default_resultados_gerais_amostra.shtm

O IBGE também disponibilizou um aplicativo que permite construir mapas e cartogramas com informações da Amostra do Censo 2010 e detalhamento até o nível de município. O link é http://www.censo2010.ibge.gov.br/amostra

Em dez anos, mortalidade infantil caiu 47,6% no país

De 2000 para 2010, a taxa de mortalidade infantil caiu de 29,7‰ para 15,6‰, o que representou decréscimo de 47,6% na última década. Com queda de 58,6%, o Nordeste liderou o declínio das taxas de mortalidade infantil no país, passando de 44,7 para 18,5 óbitos de crianças menores de um ano por mil nascidas vivas, apesar de ainda ser a região com o maior indicador. O Sul manteve os menores indicadores em 2000 (18,9‰) e 2010 (12,6‰).

Na última década, a diminuição das desigualdades sociais e regionais contribuiu para a formação do quadro atual de baixa na mortalidade infantil e de maior convergência entre as regiões. Todavia, ainda há um longo caminho a percorrer para que o Brasil se aproxime dos níveis das regiões mais desenvolvidas do mundo, em torno de cinco óbitos de crianças menores de um ano para cada mil nascidas vidas.

Em 2010, taxa de fecundidade era de 1,90 filho por mulher

A taxa de fecundidade no Brasil apresentou queda de 20,1% na última década, passando de 2,38 filhos por mulher, em 2000, para 1,90 em 2010, número abaixo do chamado nível de reposição (2,1 filhos por mulher) que garante a substituição das gerações. O declínio ocorreu em todas as regiões, observando-se as maiores quedas no Nordeste (23,4%) e no Norte (21,8%), seguidas pelo Sul e Sudeste (cerca de 20,0%, ambas) e pelo Centro-Oeste, com a menor queda (14,5%).

As taxas de fecundidade variam bastante, inclusive dentro da mesma região. Na região Norte, o Acre teve a taxa mais alta do Brasil (2,82 filhos por mulher), enquanto Rondônia estava bem perto do nível de reposição (2,15 filhos por mulher); Maranhão e Alagoas tiveram as taxas mais altas do Nordeste (2,50 e 2,22, respectivamente). No Centro Oeste, o Distrito Federal teve uma das taxas mais baixas do país (1,74) e Mato Grosso, 2,11. Os indicadores foram baixos no Sul e no Sudeste, entre 1,67 em São Paulo e 1,85 no Paraná.

A tendência no Brasil até o ano 2000 era de aumento da concentração da fecundidade nos grupos entre 15 e 24 anos o que indicava um rejuvenescimento do padrão da fecundidade. Porém, de 2000 para 2010, os grupos de 15 a 19 anos e de 20 a 24 anos diminuíram suas participações de 18,8% para 17,7% e de 29,3% para 27,0% da fecundidade, respectivamente. Apesar desse último grupo ainda responder pela maior percentagem da fecundidade nacional, o padrão em 2010 está mais dilatado, com aumento da participação na faixa acima de 30 anos. A idade média da fecundidade passou de 26,3 anos em 2000 para 26,8 em 2010.

O comparativo regional mostra convergência entre as taxas no grupo etário a partir dos 30 anos, enquanto nos grupos mais jovens as diferenças foram mais marcantes. A Região Norte, que apresenta as maiores taxas nos grupos etários com até 29 anos, tem o padrão mais jovem, bastante concentrado na faixa de 20 e 24 anos. Por outro lado, as Regiões Sul e Sudeste apresentaram uma estrutura de fecundidade mais envelhecida, concentrada nas idades finais dentro do período fértil.

Percentual de jovens fora da escola na região Norte diminuiu, mas ainda era o maior do país

De 2000 para 2010, o percentual de jovens que não frequentavam escola na faixa de 7 a 14 anos de idade caiu de 5,5% para 3,1%. A comparação foi feita usando sete anos como limite inferior porque, em 2000, essa era a idade definida para iniciar o ensino fundamental. As maiores quedas ocorreram nas Regiões Norte (de 11,2% para 5,6%, que ainda permaneceu como o maior percentual entre as regiões) e Nordeste (de 7,1% para 3,2%).

Em 2010, 966 mil jovens de 6 a 14 anos de idade (3,3% da população nessa faixa etária) não frequentavam escola em 2010. A Região Norte tinha o maior percentual de crianças que não frequentavam escola nesse grupo (6,1%), mais que o dobro da Sudeste (2,8%) e da Sul (2,5%). Os maiores percentuais ficaram com o Amazonas (8,8%), Roraima (8,3%) e Acre (8,2%), seguidos pelo Pará (5,5%). No outro extremo, o menor percentual desse indicador foi registrado em Santa Catarina (2,2%).

Na faixa de 15 a 17 anos de idade, 16,7% não frequentavam escola em 2010, bem menos do que em 2000 (22,6%). O Sudeste manteve o menor percentual em 2000 (20,1%) e 2010 (15,0%). Os maiores percentuais em 2010 ficaram com as Regiões Norte e Sul, ambas com 18,7%. Em 2000, a Região Norte já detinha o maior percentual, 27,1%, e registrou a maior queda entre as regiões no período. O Acre tinha a maior parcela de adolescentes de 15 a 17 anos de idade fora da escola, 22,2%, seguido pelo Mato Grosso do Sul (20,5%), enquanto os menores percentuais foram os do Distrito Federal (11,6%) e Rio de Janeiro (13,1%).

A rede pública de ensino atendia a 78,1% das pessoas que frequentavam escola ou creche no país em 2010. Este percentual foi mais elevado na Região Norte (86,0%), bem maior do que o segundo lugar, da Nordeste (80,5%). Em seguida, vieram Centro-Oeste (74,9%), Sudeste (75,1%) e Sul (77,7%). Entre as unidades da Federação, o percentual variou de 61,4% no Distrito Federal a 90,3%, no Acre.

Percentual de pessoas com curso superior completo subiu de 4,4% para 7,9%

Na análise da população de 10 anos ou mais por nível de instrução, de 2000 para 2010, o percentual de pessoas sem instrução ou com o fundamental incompleto caiu de 65,1% para 50,2%, enquanto o de pessoas com pelo menos o curso superior completo aumentou de 4,4% para 7,9%. Houve avanços em todas as grandes regiões. No Sudeste, o percentual de pessoas sem instrução ou com o fundamental incompleto caiu de 58,5% para 44,8%, e o das pessoas com pelo menos o superior completo subiu de 6,0% para 10,0%. No outro extremo, estavam a Região Norte (de 72,6% para 56,5% e de 1,9% para 4,7%, respectivamente) e a Nordeste (de 75,9% para 59,1% e de 2,3% para 4,7%).

O Distrito Federal deteve o mais alto nível de instrução em 2010, com o menor percentual de pessoas sem instrução ou com o fundamental incompleto (34,9%) e o maior de pessoas com pelo menos o superior completo (17,6%). Em seguida, vieram São Paulo, com 41,9% e 11,7%, e Rio de Janeiro, com 41,5% e 10,9%, respectivamente.

Mulheres tiveram ganho real de 13,5% no rendimento de trabalho e homens, de 4,1%

Em 2010, o rendimento médio real de todos os trabalhos das pessoas ocupadas com rendimento de trabalho foi de R$ 1.345, contra R$ 1.275 em 2000. Enquanto o rendimento médio real de trabalho dos homens passou de R$ 1.450 para R$ 1.510, 2000 para 2010, o das mulheres foi de R$ 982 para R$ 1.115. Em termos de ganho real, a diferença foi de 5,5% para ambos os sexos, 13,5% para as mulheres e 4,1% para os homens. A mulher passou a ganhar 73,8% do rendimento médio de trabalho do homem; em 2000, esse percentual era 67,7%.

A Região Sul manteve os menores percentuais do rendimento médio de trabalho das mulheres em relação ao dos homens, passando de 63,2% para 69,0%. No outro extremo ficou a Região Norte, onde o rendimento médio de trabalho da mulher passou de 74,6% para 82,3% do recebido pelo homem. Entre os estados, em 2010, o Amapá deteve o maior percentual do rendimento médio de trabalho das mulheres em relação ao dos homens (88,6%) e Santa Catarina ficou com o menor, com as mulheres ganhando 67,4% do rendimento médio de trabalho dos homens.

A parcela sem rendimento ou com rendimento nominal mensal domiciliar per capita até ¼ do salário mínimo abarcava 19,6% dos domicílios particulares permanentes do país em 2010. Destacaram-se o Norte (28,5%) e Nordeste (28,6%), bem distantes das demais regiões, que se situaram de 12,5% a 17,4%. Na faixa de mais de cinco salários mínimos de rendimento mensal domiciliar per capita encontravam-se 6,5% dos domicílios. Este indicador alcançou 8,3% nas Regiões Sudeste e Centro-Oeste e 7,1% na Região Sul, bem acima dos percentuais encontrados para as regiões Norte (3,6%) e Nordeste (3,2%).

Em termos de ganho real no rendimento mensal domiciliar dos domicílios particulares permanentes, de 2000 para 2010, no país, houve elevação de 15,5% (de R$ 2.297 para R$ 2.653), com aumentos registrados em todas as regiões, sendo que o menor foi o da Sudeste (11,0%, de R$ 2.812 para R$ 3.122) e, nas demais, variou de 21,5% a 25,5%. Mesmo mantendo o menor rendimento mensal domiciliar em ambos os anos, o Nordeste teve o maior ganho real (25,5%, de R$ 1.361 para R$ 1.708).

32,7% da população recebiam até um salário mínimo de rendimento de trabalho

Na análise por classes de rendimento, as pessoas que ganhavam mais de 20 salários mínimos de rendimento mensal de todos os trabalhos representaram 0,9% da população ocupada do país em 2010, enquanto a parcela das sem rendimento foi de 6,6% e a das com remuneração até um salário mínimo, 32,7%. As pessoas que ganhavam mais de 10 salários mínimos de remuneração mensal de trabalho abrangiam 3,1% da população ocupada.

As Regiões Norte e Nordeste apresentaram os maiores percentuais de pessoas ocupadas sem rendimento de trabalho (11,9% e 13,6%, respectivamente) e também de pessoas ganhando até um salário mínimo de remuneração mensal de trabalho (41,6% e 51,2%, respectivamente), valores bem diferentes dos das outras regiões, que variaram de 23,4% a 28,9%.

Em 2010, os rendimentos médios mensais de trabalho mais elevados foram os das Regiões Centro-Oeste (R$ 1.579) e Sudeste (R$ 1.512) e o mais baixo, do Nordeste (R$ 946), que representou 83,9% do da Norte (R$ 1.128) e perto de 60,0% do auferido na Centro-Oeste. O rendimento médio mensal de trabalho teve incremento real, de 2000 para 2010, em todas as grandes regiões, exceto na Sudeste, que apresentou pequena retração (0,7%). Esta redução decorreu da influência da pequena queda no rendimento médio real de trabalho da parcela masculina (1,7%), uma vez que o da feminina teve aumento (6,5%), ainda que bem menor do que os das outras grandes regiões.

Região Sul manteve o maior nível de ocupação em 2000 (53,5%) e 2010 (60,1%)

De 2000 para 2010, o nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas, na semana de referência, na população de 10 anos ou mais de idade) no país subiu de 47,9% para 53,3%. De 2000 para 2010, o nível da ocupação da Região Sul cresceu de 53,5% para 60,1%, mantendo-se como o mais elevado, enquanto que o da Nordeste permaneceu o mais baixo, mesmo aumentando de 43,6% para 47,2%. O nível da ocupação da região Norte passou de 45,3% para 49,4%, de 2000 para 2010, continuando mais próximo do resultado do Nordeste do que daqueles das Regiões Sudeste (54,8%) e Centro-Oeste (57,9%) em 2010. O nível da ocupação de Santa Catarina (63,1%) se destacou como o mais elevado, seguido pelo Rio Grande do Sul (59,3%), Paraná (59,2%) e Distrito Federal (59,0%). Os mais baixos níveis da ocupação foram os de Alagoas (44,0%) e do Maranhão (44,9%).

Quatro seções de atividade econômica concentravam 50,3% da população ocupada no país

A análise da distribuição da população ocupada por atividade econômica em 2010 mostrou que 50,3% se concentravam em quatro das 21 seções de atividade. A seção de comércio de mercadorias, reparação de veículos automotores e motocicletas concentrava 17,0% das pessoas ocupadas; agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, 14,2%; indústria de transformação, 11,8%; e construção, 7,3%. Outras três seções tiveram participação de mais de 5% da população ocupada: serviços domésticos (6,9%), educação (5,6%) e administração pública, defesa e seguridade social (5,4%).

A estrutura da atividade econômica apresenta marcantes distinções regionais que se refletem na distribuição da população ocupada. O percentual de pessoas na seção da agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura na população ocupada da região Nordeste (24,2%) ficou próximo ao da Norte (23,0%), ambos bem acima dos percentuais registrados nas demais regiões. Já na indústria de transformação, a Região Sul se destacou, com 16,4%.

Pessoas com carteira de trabalho assinada eram 63,9% dos empregados

No país, o percentual de empregados na população ocupada cresceu de 66,6% para 70,8% de 2000 para 2010. A segunda maior parcela da população ocupada, formada pelos trabalhadores por conta própria, passou de 23,5% para 21,5%. A categoria com carteira de trabalho assinada aumentou sua participação no contingente nacional de empregados de 54,8% para 63,9%, enquanto a dos militares e funcionários públicos estatutários passou de 8,5% para 7,6%. O percentual de pessoas que trabalhavam habitualmente de 40 a 44 horas semanais no trabalho principal subiu de 34,0%, em 2000, para 46,0%, em 2010.

No Brasil, 11,4% dos trabalhadores levavam mais de uma hora para chegar ao trabalho; no Rio de Janeiro, eram 23,1%

A análise do tempo de deslocamento entre a residência e o trabalho revelou que, no Brasil, 32,2 milhões de pessoas (52,2% do total de trabalhadores que trabalhavam fora do domicílio) levavam de seis a 30 minutos para chegar ao trabalho em 2010 e 7,0 milhões (11,4%) levavam mais de uma hora. Já no estado do Rio de Janeiro, 2,0 milhões (38,6%) levavam entre seis minutos e meia hora, 1,6 milhão (30,7%) levava entre meia e uma hora e 1,2 milhão (23,1%) levava mais de uma hora.

No Brasil, do total de 86 milhões de pessoas de 10 anos ou mais de idade ocupadas em 2010, 87,1% trabalhavam no próprio município de residência, sendo que 20 milhões (26,6%) trabalhavam no próprio domicílio e 55 milhões, fora dele. Já os que trabalhavam em outro município atingiram 11,8% da população ocupada (10,1 milhões). O deslocamento para o trabalho em outro município em São Paulo envolvia três milhões de ocupados (29,6% daqueles que se deslocavam para outro município). No Rio de Janeiro, 1,2 milhão (12,0 %) faziam esse tipo de deslocamento.

8,3% dos estudantes frequentavam creche ou escola em outro município

Das 59,6 milhões de pessoas que frequentavam escola ou creche em 2010, 55,2 milhões (92,7%) estudavam no próprio município de residência. No Sudeste, o deslocamento para estudar foi de 2,0 milhões (8,5%) de estudantes, a maioria em São Paulo: 1,1 milhão de pessoas (57,0% do total do Sudeste) se deslocavam para outro município para estudar. Em termos proporcionais, Santa Catarina mostrou o percentual mais elevado do país: de um total de 1,8 milhão de estudantes, 184 mil (10,1%) se deslocavam.

174,6 mil brasileiros retornaram ao país entre 2005 e 2010

O Censo 2010 registrou um grande aumento no movimento de entrada no país em relação a 2000. Foram 286,5 mil imigrantes internacionais pelo critério de data-fixa, ou seja, indivíduos que residiam no Brasil na data de referência do Censo, mas que moravam em um país estrangeiro cinco anos antes. Esse número foi 86,7% maior do que em 2000 (143,6 mil). Os principais estados de destino desses imigrantes foram São Paulo, Paraná e Minas Gerais que, juntos, receberam mais da metade dos imigrantes internacionais do período.

Do total de imigrantes internacionais, 174,6 mil (65,0%) nasceram no Brasil, portanto eram imigrantes internacionais de retorno. Em 2000, foram 87,9 mil imigrantes internacionais de retorno, 61,2% dos imigrantes do período.

Os principais países de origem dos imigrantes foram os Estados Unidos (51,9 mil imigrantes), Japão (41,4 mil), Paraguai (24,7 mil), Portugal (21,4 mil) e Bolívia (15,8 mil). Em 2000, os principais países de origem eram o Paraguai (35,5 mil), Japão (19,7 mil), Estados Unidos (16,7 mil), Argentina (7,8 mil) e Bolívia (6,0 mil).

Santa Catarina teve o maior crescimento de imigrantes do país de 2000 para 2010

O Censo 2010 detectou uma redução na migração interna da população. Entre 1995 e 2000, havia 30,6 migrantes para cada mil habitantes, enquanto que de 2005 a 2010, eram 26,3 migrantes para cada mil habitantes.

O aumento do número de imigrantes em Santa Catarina, que foi de 59,1% entre os dois períodos, resultou em um saldo migratório (balanço entre entradas e saídas de pessoas) entre 2005/2010 de 174,1 mil pessoas, quase o triplo do saldo contabilizado em 1995/2000, que foi de 59,9 mil pessoas.

Os estados da Região Nordeste continuam a perder população, a exceção dos estados do Rio Grande do Norte e Sergipe, que apresentaram saldo migratório positivo.

Percentual de migrantes de retorno foi maior entre os estados do Nordeste

Em 2000, os migrantes de retorno representavam 22,0% do total de migrantes (1,1 milhão de pessoas) do Brasil. Em 2010, esse percentual subiu para 24,5% dos migrantes (1,23 milhão de pessoas).

A “migração de retorno”, referente às pessoas que nasceram no mesmo estado em que residiam na data de referência do Censo, mas que moravam em outra unidade da Federação cinco anos antes representou mais de 40,0% entre os estados da Região Nordeste, com exceção do Rio Grande do Norte e Sergipe.

O maior percentual de imigrantes de retorno do país, de 46,6%, foi encontrado no estado do Ceará e o segundo maior, 44,2%, no Rio Grande do Sul.

Uniões consensuais aumentaram de 28,6% para 36,4%

Segundo o Censo 2010, a proporção de pessoas divorciadas passou de 1,8% em 2000 para 3,1% em 2010, liderada por Mato Grosso, Rio de Janeiro e Distrito Federal (4,1%, 4,1% e 4,3%, respectivamente), enquanto o Maranhão teve o menor indicador (1,2%). A proporção de dissoluções das uniões conjugais passou de 11,9% para 14,6%, enquanto aumentaram as uniões consensuais (casais vivendo juntos sem casamento civil ou religioso, mas podendo ter contrato de união estável registrado em cartório), de 28,6% em 2000 para 36,4% em 2010. Já os casamentos do tipo civil e religioso diminuíram de 49,2% para 42,9%. A união consensual teve crescimento mais significativo no Norte e Nordeste, com destaque para o Amapá, cuja proporção chega a 63,5. Houve também redução no número de pessoas que declararam nunca ter vivido em união de qualquer tipo (35,4%, em 2010, contra 38,6%, em 2000).

23,9% da população tinha pelo menos um dos tipos de deficiência investigados

Em 2010, havia 45,6 milhões de pessoas com pelo menos uma das deficiências investigadas (visual, auditiva, motora e mental), representando 23,9% da população. A diferença em relação aos dados do Censo 2000 (14,3% da população) se deve a um aprimoramento metodológico, que possibilitou uma melhor captação da informação.

O maior percentual foi encontrado na Região Nordeste (26,6%), enquanto que a Sul e a Centro-Oeste mostraram as menores proporções (22,5%). Rio Grande do Norte (27,8%), Paraíba (27,8%) e Ceará (27,7%) apresentaram os maiores percentuais. Já Roraima (21,2%), Santa Catarina (21,3%) e Mato Grosso do Sul (21,5%) tiveram as menores incidências.

A deficiência visual foi a mais frequente, atingindo 35,8 milhões de pessoas com dificuldade para enxergar (18,8%), mesmo de óculos ou lentes de contato. A deficiência visual severa (pessoas que declararam ter grande dificuldade de enxergar ou que não conseguiam de modo algum) atingia 6,6 milhões de pessoas, sendo que 506,3 mil eram cegos (0,3%).

A dificuldade de locomoção incidia sobre 13,3 milhões de pessoas (7,0%). A deficiência motora severa (pessoas com grande dificuldade ou incapazes de se locomover) foi declarada por 4,4 milhões de pessoas, das quais 734,4 mil não conseguiam caminhar ou subir escadas de modo algum (0,4%). Já a deficiência auditiva acometia 9,7 milhões de pessoas (5,1%), sendo que a deficiência auditiva severa (pessoas com grande dificuldade ou incapazes de ouvir) foi declarada por 2,1 milhões de pessoas, das quais 344,2 mil eram surdas (0,2%). A deficiência mental ou intelectual, também considerada severa, foi declarada por 2,6 milhões de pessoas, representando 1,4% da população.

Percentual de domicílios com microcomputador no Sudeste (48,0%) era mais que o dobro do Norte (22,7%) e Nordeste (21,2%)

Segundo o Censo 2010, os micromputadores faziam parte dos bens de 38,3% dos domicílios, sendo 30,7% com acesso à internet, proporções com mais que o dobro de diferença entre o Sudeste (48,0% e 39,6%, respectivamente) e as regiões Norte (22,7% e 15,4%) e Nordeste (21,2% e 16,8%).

Enquanto, em 2000, havia, no Brasil, 39,7% de domicílios com linha telefônica instalada, em 2010, eram 87,9% com telefone fixo, ou celular, ou ambos. Os domicílios só com telefone fixo eram apenas 4,7% do total. No Sul do país, os domicílios com linha telefônica chegam a 93,5%, enquanto o menor percentual foi no Nordeste (77,3%).

Também ocorre grande variação regional no percentual de domicílios com máquina de lavar roupa, de 65,5% no Sul a 19,0% no Nordeste. A pesquisa traz mais um dado novo: a presença de motocicleta para uso particular, que chega a 19,5% dos domicílios no país, sendo o maior percentual regional no Centro-Oeste (26,8%).

 

Comunicação Social 27 de abril de 2012

Barueri comemora o 1º de maio com mais 8,6 mil novos postos de trabalho em um ano

Centro Comercial no Bairro de Alphaville Município de Barueri-SP – Foto de Júnior Holanda em 27.04.2012 09:15 

O primeiro de maio, Dia do Trabalho, será comemorado pela população de Barueri com a notícia do primeiro lugar no ranking de geração de empregos em toda a sub-região metropolitana oeste, com a criação de mais 8.644 novos postos de trabalho com carteira assinada, no período de março de 2011 a março de 2012.

 

Os dados foram divulgados pelo Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Segundo o Ministério do Trabalho, o saldo positivo na geração de empregos em Barueri deve-se a uma maior contribuição do setor de Serviços com 6.219 novos pontos de trabalho, e Comércio com 3.123 vagas. Já o setor de Indústria fechou 786 postos de trabalho.

 

O prefeito Rubens Furlan comemora o resultado. “É uma alegria para a gente saber que a nossa cidade pode oferecer emprego e ajudar as pessoas a serem felizes. Estamos colhendo os frutos da nossa política de atração de empresas incrementada há anos no município”, disse.

 

Segundo o Caged, Barueri fechou 2011 com mais de 252 mil postos formais de trabalho.

 

Ferramentas

O munícipe desempregado pode se cadastrar pessoalmente na Casa do Trabalhador, ligada à Secretaria de Indústria, Comércio e Trabalho da Prefeitura de Barueri. No mesmo setor também funciona o programa Barueri Emprega, que prepara os trabalhadores para o mercado de trabalho, com palestras e curso de reciclagem profissional. Em pouco mais de três anos de atividades, o programa já atende mais de 13 mil trabalhadores.

 

Mantido pela Secretaria de Planejamento, Gestão, Transportes e Suprimentos da Prefeitura, a ação foi idealizada pelo vice-prefeito Carlos Zicardi – à época, também secretário da pasta – como forma de socorrer o trabalhador que perdera o emprego por conta da crise financeira mundial de 2008.

 

Criado em 2009, o programa oferece cursos de capacitação em diversas áreas profissionais aos trabalhadores que requerem o seguro-desemprego, independentemente do município onde encaminharam o pedido, desde que comprovem ser moradores de Barueri.

 

Além da capacitação, cada trabalhador tem seu currículo cadastrado em um sistema especial de recolocação profissional, e recebem ao longo do curso, benefícios como cesta-básica e vale-transporte.

 

O programa deu tão certo que, passada a crise, a Prefeitura não só manteve como aprimorou as ações, o Barueri Emprega em três sub-divisões, criadas para que o cidadão se encaixe na opção que mais se adéque a ele: Gera-ação (moradores de Barueri com mais de 16 anos, ingressando no mercado de trabalho pela primeira vez ou não), Barueri Qualifica (direcionado aos trabalhadores maiores de 18 anos que desejam voltar ao mercado de trabalho, que estejam desempregados e desejam mudar o ramo de atividade) e Barueri Empreendedor (cursos de qualificação profissional voltados para moradores de Barueri com mais de 30 anos, finalidade de preparar o cidadão na geração de renda própria e empreendedorismo).

 

A Casa do Trabalhador e o Programa Barueri Emprega atendem no setor amarelo do Ganha Tempo – avenida Henriqueta Mendes Guerra, 550, Centro de Barueri. Telefone: 4199-1333.

Aumenta o número de brasileiros com ensino superior completo

VENCESLAU BORLINA FILHO DO RIO

Todas as regiões brasileiras apresentaram crescimento da sua população com ensino superior completo na última década, segundo o IBGE. No país, 7,9% da população tem a graduação completa. Em 2000, eram 4,4%. As regiões Norte e Nordeste se destacaram. Sudeste ainda prevalece como a maior região de pessoas com ensino superior completo.

Em SP e no Rio, maioria gasta até 1 hora para chegar ao trabalho Dobra o número de brasileiros que retornaram do exterior Brasileira passou a ter apenas um filho, aponta IBGE

As crianças de seis a 14 anos de idade fora da escola eram 966 mil em 2010 (3,3% ante 5,5% em 2000). As regiões Norte e Nordeste reduziram a quantidade de crianças fora da escola, mas ainda tem a maioria no país. Em Santa Catarina foi detectada a menor evasão escolar. Houve queda também na faixa de estudantes de 15 a 17 anos.

TRABALHO E RENDA A quantidade de pessoas com carteira assinada aumentou na última década no país e elevou o percentual de pessoas trabalhando entre 40 e 44 horas por semana. O rendimento do brasileiro teve crescimento real de 5,5% em todos os trabalhos.

O destaque ficou para as mulheres, que conseguiram elevar seus rendimentos mais que os homens no período. Nordeste continua sendo a região com o menor crescimento nos rendimentos.

DIVÓRCIO As pessoas que se declararam divorciadas no país aumentaram para 14,6% na última década. Em 2000, esse percentual era de 11,9%, segundo o IBGE. O Estado do Rio de Janeiro é o que tem mais pessoas que se afirmaram divorciadas -17,5%.

O Nordeste lidera entre as regiões com pessoas em união consensual, ou seja, sem registro civil ou religioso. No país, o aumento foi de 36,4%, ante 28,6%. O resultado contribuiu na queda para 42,9% os casais com registro religioso e civil.

Brasileira passou a ter apenas um filho, aponta IBGE

Imagem acima tirada do Site: http://cidinha2010vieira.blogspot.com.br/2010/06/peca-as-duas-maes-sabedoria-de-salomao.html

VENCESLAU BORLINA FILHO DO RIO

A mulher brasileira passou a ter um filho ao invés de dois na última década. De acordo com os dados do IBGE, a nova taxa de fecundidade é de 1,9 filho durante a vida, ante 2,38 em 2000. De 1940 a 2010, a diminuição no número de filhos foi de 4,56 por cada mulher.

Em SP e no Rio, maioria gasta até 1 hora para chegar ao trabalho Aumenta o número de brasileiros com ensino superior completo Dobra o número de brasileiros que retornaram do exterior

Os Estados do Norte e Nordeste apresentaram as maiores quedas nas taxas de fecundidade do país no período, mas continuam sendo as maiores. Além disso, a mulher tem adiado cada vez mais a maternidade.

Os grupos de mulheres mais jovens, de 15 a 19 anos e de 20 a 24 anos, que concentravam 18,8% e 29,3%, passaram para 17,7% e 27%. A média de idade para ter um filho no Brasil permanece a mesma, de 26 anos.

MORTALIDADE INFANTIL

A taxa de mortalidade infantil (crianças menores de um ano para cada mil nascidos vivos) caiu 47,6%, para 15,6 no Brasil na última década. Antes, essa proporção era de 29,7%. A região Nordeste teve a maior queda, 58,6%. No Norte, também caiu. A menor queda foi na região Sul, de 33,5%.

Segundo os pesquisadores do IBGE, o país está em níveis aceitáveis de mortalidade infantil, mas ainda longe de atingir o padrão de países da Europa e o Japão, onde a taxa é de 5 mortes para cada mil nascidos vivos.

DEFICIÊNCIA No Brasil, 23,9% da população afirma ter algum tipo de deficiência, sendo os visuais a maioria (18,8%). Em seguida, a deficiência motora (7%), auditiva (5,1%) e mental (1,4%). Os nordestinos são os que mais se declaram com deficiência. Os deficientes se concentram no Sudeste e Nordeste, segundo a pesquisa.

ITB de Barueri: Estão abertas inscrições para o Vestibulinho ITB 2012 – 2º semestre – Cursos do ITB de Barueri São Gratuítos

CURSOS NO ITB SÃO GRATUÍTOS – Foto Prefeitura Municipal de Barueri

Quem deseja aprender uma nova profissão para ingressar com mais facilidade no mercado de trabalho não pode deixar de participar do Vestibulinho 2012 do Instituto Técnico de Barueri (ITB) – 2º semestre. São mais de 15 cursos técnicos de nível médio completamente gratuitos, distribuídos entre sete unidades mantidas pela Fundação Instituto de Educação de Barueri (Fieb): seis unidades do ITB e uma Escola de Ensino Fundamental, Médio e Técnico.

 

As inscrições devem ser feitas pela internet, no http://www.fieb.edu.br, de 23 de abril a 11 de junho de 2012. Quem não tiver de onde acessar, pode ir a uma das seis unidades do ITB (Jardim Belval, Jardim Paulista, Engenho Novo, Jardim Mutinga, Parque Imperial e Parque Viana) ou à EEFMT Professora Dagmar Ribas Trindade (JardimMaria Cristina), onde há postos de atendimento eletrônico disponíveis até o dia 6 de junho, das 8 às 20 horas.

 

Após o preenchimento dos dados, o sistema gera um boleto no valor de R$30,00, que deve ser impresso e pago na rede bancária até o dia 11 de junho. A inscrição só é efetuada após a comprovação do pagamento dentro do prazo estipulado, caso contrário, ela é cancelada. Este ano, o candidato pode fazer inscrição em quantos cursos desejar, mas só poderá realizar a prova para um deles.

 

Ao todo, são 1.520 vagas, distribuídas entre os cursos de Administração, Análises Químicas, Contabilidade, Design de Interiores, Edificações, Eletroeletrônica, Hospedagem, Informática, Informática para Internet, Logística, Manutenção e Suporteem Informática, Redesde Computadores, Secretariado, Segurança do Trabalho e Telecomunicações. Lembrando que 20% das vagas são reservadas ao Sistema de Cotas (Afrodescendência), obedecendo à legislação municipalem vigor (Leinº 1421/2004 art. 1º e Decreto nº 5470/2004).

 

As aulas terão início no dia 24 de julho, e o curso tem duração de um ano e meio. Esse processo seletivo disponibiliza vagas nas formas concomitante (para quem está no 2º ou 3º ano do Ensino Médio em outra escola e quer fazer o curso técnico no ITB, à noite) e subsequente (para quem já concluiu o Ensino Médio).

 

A prova do Vestibulinho será aplicada no dia 17 de junho em local e horário a serem divulgados pela Fieb a partir do dia 13/06 no site http://www.fieb.edu.br. As questões abrangerão conteúdos de língua portuguesa, matemática e raciocínio lógico do ensino fundamental. Os candidatos ao curso de Design de Interiores deverão submeter-se também a um teste de aptidão.

 

O Manual do Candidato pode ser baixado no site da Fieb. É muito importante que ele seja cuidadosamente lido, pois contém todas as datas, prazos, normas e demais informações sobre o Processo Seletivo ITB 2012 – 2º semestre.

 

Confira, abaixo, as unidades e os cursos oferecidos em cada uma:

 

EEFMT PROFESSORA DAGMAR RIBAS TRINDADE

Rua Porchat, 277 – JardimMaria Cristina –Barueri – SP – CEP 06421-030

Cursos: Administração / Informática / Segurança do Trabalho

 

INSTITUTO TÉCNICO DE BARUERI BRASÍLIO FLORES DE AZEVEDO

Rua Grupo Bandeirante, 138 – Bairro Jardim Belval – Barueri – SP – CEP 06420-150

Cursos: Design de Interiores / Edificações / Eletroeletrônica / Hospedagem / Informática / Telecomunicações

 

INSTITUTO TÉCNICO DE BARUERI PROFESSOR MUNIR JOSÉ

Estrada Velha de Itapevi, 2679 – Bairro Jardim Tupã – Barueri – SP – CEP 06444-000

Cursos: Administração / Redes de Computadores / Secretariado / Segurança do Trabalho

 

INSTITUTO TÉCNICO DE BARUERI PROFESSORA MARIA SYLVIA CHALUPPE MELLO

Rua do ITB Engenho Novo, 238 – Bairro Engenho Novo – Barueri – SP – CEP 06415-080

Cursos: Análises Químicas / Informática para Internet / Logística

 

INSTITUTO TÉCNICO DE BARUERI PROFESSOR HERCULES ALVES DE OLIVEIRA

Rua Abelardo Luz, 86 – Jardim Mutinga – Barueri – SP – CEP 06463-260

Localizado nas instalações da EMEF Prefeito Nestor de Camargo

Cursos: Administração / Informática / Segurança do Trabalho

 

INSTITUTO TÉCNICO DE BARUERI PROFESSOR MOACYR DOMINGOS SÁVIO VERONEZI

Rua Tomé de Souza, 259 – Parque Imperial – Barueri – SP – CEP 06462-040

Localizado nas instalações da EMEF ProfessoraMarlene Pereira Santiago

Cursos: Logística / Manutenção e Suporte em Informática

 

INSTITUTO TÉCNICO DE BARUERI PROFESSOR ANTONIO ARANTES FILHO

Estrada das Pitas, 799 – Parque Viana – Barueri – SP – CEP 06449-300

Localizado nas instalações da EMEF Prof.Renato Rosa

Cursos: Contabilidade /Informática.

 

Fonte na Internet: http://www.barueri.sp.gov.br/?pg=informativoLista&ID=15500

Divulgação Voluntária de Jínior Holanda de Barueri-SP.

Dilma tem aprovação recorde, mas Lula é favorito para 2014

DE SÃO PAULO

Hoje na FolhaA presidente Dilma Rousseff bateu mais um recorde de popularidade, mas seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, é o preferido dos brasileiros para ser o candidato do PT ao Planalto em 2014.

A informação é da reportagem de Fernando Rodrigues, publicada na Folha deste domingo (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Esse é o resultado principal da pesquisa Datafolha realizada nos dias 18 e 19 deste mês com 2.588 pessoas em todos os Estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O governo da petista é avaliado como ótimo ou bom por 64% dos brasileiros, contra 59% em janeiro.

Trata-se de um recorde sob dois aspectos: é a mais alta taxa obtida por Dilma desde a sua posse, em 1º de janeiro de 2012, e é também a maior aprovação presidencial com um ano e três meses de mandato em todas as pesquisas até hoje feitas pelo Datafolha.

Leia a reportagem completa na Folha deste domingo, que já está nas bancas.

Editoria de Arte/Folhapress

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