05.19.09

TV Globo elogia cidade de Barueri

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Barueri entre as 10 cidades mais Ricas do País, administrada pelo Prefeito Rubens Furlan em seu 4º Mandato

Barueri entre as 10 cidades mais Ricas do País, administrada pelo Prefeito Rubens Furlan em seu 4º Mandato

A cidade de Barueri foi destaque nesta segunda-feira, 18, da 1ª edição do programa SPTV, da Rede Globo. Durante o noticiário de esporte, o jornalista Cléber Machado perguntou para o apresentador do programa, César Trali, se ele conhecia as 10 cidades mais ricas do Brasil. Em seguida citou Barueri como a 9ª cidade mais desenvolvida do País.

“Se sairmos aqui do estúdio e pegarmos uma reta só estaremos na rodovia Castello Branco, e se não tiver trânsito chegamos em 20 minutos a Barueri”, respondeu Trali. Cléber Machado destacou o bairro de Alphaville, que possui um centro comercial e residencial muito importante, e acrescentou que a nona cidade mais rica do País tem um time de futebol na primeira divisão.  

Em seguida entraram as imagens da matéria feita pelo repórter Marcelo Espanha, acompanhada da narração do jornalista, que iniciou com a frase: “O sol brilha para quem pode morar aqui. Ruas arborizadas, prédios imponentes. Barueri é a casa de 280 mil moradores que adoram viver aqui. Um estádio de primeira: eles têm uma arena moderna, bonita, confortável, orgulho da torcida e fazem parte da elite do futebol brasileiro. A partida contra o Fluminense foi um marco, o resultado foi um 0 a 0 sem grandes sustos. Afinal esse clube pode ter uma sala de troféus tão rica quanto à cidade”. 

Em um dos depoimentos colhidos na cidade, o entrevistado Carlos Lima afirmou: “Andando aqui parece estar em outro país”. 

Próximo da Arena Barueri, outro depoimento. Wilson Silva não poupou elogios: “Grandes clubes não têm um estádio considerado de primeiro mundo. Quem vem aqui sai maravilhado”, afirmou.

Fonte: www.barueri.sp.gov.br  Secretaria de Comunicação Social de Barueri.

Sadia e Perdigão anunciam Brasil Foods e prometem não demitir

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Filipe Araújo/AE

Filipe Araújo/AE

‘Temos convicção de que estamos criando um campeão, uma empresa brasileira de porte mundial’, diz Furlan

SÃO PAULO - Os presidentes da Sadia e da Perdigão, Luiz Fernando Furlan e Nildemar Secches, anunciaram nesta terça-feira, 19, em entrevista coletiva a criação da Brasil Foods, a maior processadora de carne de frango do mundo em faturamento. “Anunciamos o lançamento da Brasil Foods, a grande multinacional brasileira de alimentos processados”, afirmou Secches. Um dos primeiros compromissos assumidos pelas companhias é a de não demitir funcionários em razão da fusão.

 

Veja também: 

especialEspecial sobre a fusão entre Perdigão e Sadia

especialLinha do tempo das empresas

especialO tamanho das empresas e seus desafios no exterior 

 

“Em princípio, a fusão não gera sobreposição de fábricas. Com a união gerando sinergia e maior competitividade, certamente haverá uma expansão da produção e de novos mercados”, afirmou Furlan. “Não há nenhuma previsão de demissões, as empresas andarão em paralelo. (…) Continuaremos sendo um dos três maiores empregadores brasileiros, com mais de 100 mil pessoas trabalhando.”

 

Furlan afirmou que a nova empresa será o maior empregador privado do País. Além disso, segundo ele, a Brasil Foods ocupará o posto de terceiro exportador brasileiro, perdendo apenas para Vale e Petrobras, que são exportadoras de commodities.

 

As operações da Sadia e da Perdigão ficarão separadas até a aprovação do negócio pelos órgãos de defesa da concorrência. Segundo Furlan, os executivos vão visitar autoridades destes órgãos para apresentar a operação. Ele lembrou que várias empresas competem no mercado, como Cargill, Bunge e Tyson, o que favorece a concorrência. “Nenhuma empresa aumenta as vendas subindo o preço. Queremos privilegiar o crescimento”, disse.

 

Segundo Secches, as marcas e produtos das duas companhias serão mantidas no mercado. “Vamos ter uma eficiência melhor para atingir novos consumidores a preços acessíveis e boa qualidade”, disse. Ele explicou que Brasil Foods será apenas uma marca institucional e que no mercado consumidor continuarão a ser apresentados os produtos Sadia, Perdigão, Batavo, Qualy, etc. No mercado internacional, a Brasil Foods fará um estudo de marcas com o objetivo de selecionar quais as de maior aceitação e assim mantê-las.

 

Furlan informou também que será contratada em breve uma empresa para analisar as sinergias entre as fabricantes. No momento, existem três ou quatro empresas fazendo propostas para a Brasil Foods. “Vamos identificar os talentos da Sadia e da Perdigão para que a fusão seja tranquila e tenha uma equipe sem predominância de um lado ou do outro”, disse.

 

 

Acionistas

 

Ao detalhar a operação durante a coletiva, Secches afirmou que os acionistas da Perdigão ficarão com uma fatia de 68% da Brasil Foods, enquanto os acionistas da Sadia terão participação de 32%. Segundo o executivo, a presidência do conselho será compartilhada entre ele e Furlan.

 

As famílias Furlan e Fontana terão uma participação de aproximadamente 12% na Brasil Foods. A fatia será ligeiramente inferior à da Previ, maior acionista individual, que ficará com 12%. “Ainda nem fizemos as contas para saber a participação exata antes do aumento de capital”, disse Secches.

 

Antes da fusão, as famílias controlavam a Sadia com 23% do capital da empresa; a Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil, tinha 4,16% do capital da Perdigão e 7,33% da Sadia.

 

Ele destacou que a união contempla a parte operacional das empresas, excluindo as atividades financeiras. “Não somos especialistas na área financeira”, disse. Mostrando intimidade com Furlan, Secches disse que a fusão é uma solução óbvia para as companhias. “Ambas têm origem e características semelhantes e tinham tudo para estar juntas”, disse.

 

Segundo ele, a operação tem sido aguardada por dez anos, quando foi feito o primeiro contrato entre as companhias para o projeto. “Temos convicção de que estamos criando um campeão, empresa brasileira de porte mundial, que deve ser no curto prazo o maior exportador de carnes processadas do mundo”, disse Furlan.

 

Captação

 

Em comunicado ao mercado para explicar a operação nesta manhã, as companhias anunciaram que a Brasil Foods realizará uma oferta pública de ações para captação de recursos no valor estimado de R$ 4 bilhões. Segundo Furlan, a oferta deve ser feita até o final de julho.

 

O objetivo da captação é sanar os problemas financeiros da Sadia, que, ao final de março, apresentava uma dívida total de R$ 8 bilhões. Somente no curto prazo, ou seja, até o primeiro trimestre de 2010, a empresa tem um passivo financeiro de R$ 4,27 bilhões. A maior parcela, o equivalente a R$ 1,87 bilhão, vence no terceiro trimestre deste ano.

 

Para Furlan, a oferta pública dará tranquilidade para a nova companhia, que nasce com uma dívida líquida de R$ 10 bilhões. Ele disse que o faturamento da nova companhia deve chegar a R$ 30 bilhões. “Com a emissão, nossa dívida passará para R$ 6 bilhões, o que nos colocará em razoável conforto”, disse.

 

Ele ressaltou que o dinheiro captado na oferta será usado para reduzir dívidas mais caras e de curto prazo. Assim, a venda da fábrica da Sadia na Rússia, hipótese que foi levantada pela própria companhia como forma de se capitalizar, não deve mais ocorrer após a criação da Brasil Foods. Segundo Furlan, como não há mais pressão de endividamento no curto prazo, a empresa avaliará melhor a possibilidade de venda da unidade. “Além disso, agora ela tem um potencial maior do que tinha na visão anterior”.

 

Em entrevista no Rio, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES), Luciano Coutinho, afirmou que a instituição provavelmente participará da operação. Secches, porém, afirmou que isso pode não ser necessário porque a demanda para a operação deve ser alta.

 

“Quase metade da emissão já esta demandada pelos atuais acionistas”, disse. O executivo afirmou que a Brasil Foods poderia fazer uma oferta ainda maior do que a de R$ 4 bilhões, mas não considerou necessário. “Avaliamos que o montante seria adequado pra financiar os projetos de investimento”, disse. O road show para apresentar a oferta ocorrerá nos Estados Unidos e Europa.

 

Os executivos informaram ainda que a companhia está estudando se dará direito de preferência aos acionistas minoritários na oferta pública de ações. “A intenção é fazer a oferta pública com direito de preferência, mas os moldes em que ela será feita ainda estão sendo estruturados”, afirmou o diretor financeiro da Perdigão, Leonardo Saboya.

Fonte: www.estadao.com.br

Com dor na perna, Dilma é levada para hospital em São Paulo

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Ministra Dilma durante visita ao Papa.

Ministra Dilma durante visita ao Papa.

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, foi levada às pressas em um jato-ambulância, agora à noite, para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com dores nas pernas. A ministra será submetida a uma ressonância magnética para identificar se o problema tem relação com o câncer linfático retirado, em 25 de abril, da axila do braço esquerdo.

De acordo com o Jornal da Globo, a equipe que acompanha a saúde da ministra desde a retirada do linfoma está de prontidão à espera de Dilma, que pode chegar a qualquer momento no hospital. A ministra, pré-candidata do PT para as eleições presidenciais de 2010, já se submeteu a duas sessões de quimioterapia.

O presidente Lula, que está na China, foi avisado sobre a transferência da ministra e agora espera o resultado das avaliações médicas da equipe do Sírio-Libanês. A assessoria de imprensa do Palácio do Planalto confirma que Dilma deixou Brasília pouco depois das 23h e deve chegar antes de 1h desta terça-feira (19) no hospital paulista.

No final da manhã desta segunda-feira (18), a ministra começou a sentir dores em uma das pernas. As dores se intensificaram no transcorrer do dia, após Dilma ter recebido o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, por volta das 16h. Depois de consutar os médicos paulistas, Dilma tomou medicamentos, que não surtiram efeito.

A equipe médica - formada por infectologistas, hematologistas e cardiologistas - decidiu, então, que a ministra deveria ser transferida para São Paulo. Os médicos disseram ser possível que as dores sejam um efeito colateral do tratamento quimioterápico.

Fonte: www.congressoemfoco.com.br

Itapevi adere o ‘Minha Casa, Minha Vida’. Inscrição começa em julho

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Cidade de Itapeví - SP Administrada pelo PT de Dr(a) Ruth

Cidade de Itapeví - SP Administrada pelo PT de Dr(a) Ruth

Cidade foi a 6ª, na região, a assinar protocolo com a Caixa para participar do programa de construção de um milhão de moradias

Subiu para 6 o número de cidades da região Oeste a confirmarem adesão ao ‘Minha Casa, Minha Vida’, projeto do governo federal que vai financiar a construção e venda de um milhão de moradias, em todo o País, para famílias com renda entre 0 e 10 salários mínimos.

Itapevi assinou o termo de adesão com a Caixa Econômica Federal (CEF), que é o agente financeiro do programa, na última semana e agora juntou-se ao grupo que já inclui Osasco, Carapicuíba, Barueri, Cotia e Santana de Parnaíba. Mas o desenvolvimento do projeto e o papel das prefeituras é diferente em cada cidade.

Em Itapevi, a prefeitura não será responsável pela construção das moradias e nem pelo financiamento. Sua função será a de cadastrar as famílias. As inscrições, de acordo com a administração municipal, poderão ser feitas no período de 13 a 17 de julho, no site www.itapevi.sp.gov.br e pessoalmente, em postos que serão montados em escolas da rede municipal, ainda não definidas.

“Os cadastros serão disponibilizados para a seleção da Caixa Econômica Federal e às construtoras que irão aderir ao programa”, explica a prefeita Ruth Banholzer.

Região

Função semelhante teve a prefeitura de Osasco, que encerrou o cadastramento, no dia 10, com 62,2 mil inscritos. Agora, os nomes serão encaminhados para verificação dos requisitos pela Caixa Econômica Federal.

Além desse trabalho, a prefeitura estuda oferecer benefícios previstos no programa, como isenções de impostos, para as empresas interessadas em construir na cidade.

Em Carapicuiba, que recebe cadastramentos até o dia 20 no site www.carapicuiba.sp.gov.br, a intervenção vai além. A prefeitura está procurando terrenos disponíveis, públicos (para doação ao empreendimentos) ou particulares (para compra, por parte das construtoras) para o programa. A expectativa é chegar ao final desse prazo com cerca de 60 mil inscritos. A cidade também é a única, da região, que montou um apartamento decorado no Calçadão.

Em Cotia, onde há média de 400 inscrições diárias, ainda não há prazo para final do cadastramento, que acontece em postos espalhados pela cidade. Além disso há atendimentos específicos por bairros, para facilitar o acesso da população. De 18 a 22 de maio, das 8h às 14h, os moradores da região de Caucaia do Alto podem ser inscrever na Sub-Prefeitura, que fica na rua Urbano da Silva, 624.

“Depois de Caucaia faremos as inscrições de 25 a 27 de maio, das 9h30 às 14h, na

 regional do Caputera”, afirma o secretário de Habitação, José Lopes. A medida vale para quem ganha até três salários mínimos. Para os demais, é preciso procurar as agências da Caixa Econômica Federal.
Outra cidade com inscrições abertas é Santana de Parnaíba, também restrito a famílias com renda até três salários. Os interessados devem procurar os Cras (Centro de Referência e Assistência Social) nos bairros da Fazendinha, Cidade São Pedro, Jardim Itapoá, Parque Santana/Jardim Isaura, Colinas da Anhangüera e Cururuquara.

Já Barueri, embora tenha assinado adesão, ainda não definiu o prazo de cadastramento. O diferencial, em relação às três últimas cidades, é que prefeitura vai doar um terreno para o programa. A área ainda está em análise.

 

 

Erica Celestini
(cotidiano@webdiario.com.br) Jornal Diário da Região www.webdiario.com.br